sexta-feira, 23 de novembro de 2012

A bicicleta revolucionou o sexo e a genética


Que invenção pode ter sido mais revolucionária para o sexo do que a pílula anticoncepcional, a camisinha ou o Viagra? Para um dos geneticistas mais renomados da Grã-Bretanha, a resposta é clara: a bicicleta.

Stephen Jones, professor do University College de Londres (UCL), uma das mais respeitadas instituições de ensino e pesquisa do país, destaca que a invenção da bicicleta foi o evento mais importante dos últimos 100 mil anos da história da evolução humana.
Para Jones, em entrevista ao programa da BBC Science Club, a bicicleta "fez com que os homens não se limitassem mais a encontrar sua companheira sexual na porta ao lado, mas, sim, transportar-se a aldeias vizinhas e manter relações sexuais com uma mulher do povoado ao lado".

Transporte barato e eficiente

Embora a bicicleta tenha sido inventada no início do século 19, não foi até pouco mais de um século atrás que se converteu em um fenômeno de massa.

Os primeiros modelos tinham rodas pesadas e pouco confiáveis, mas dois elementos transformaram a bicicleta em um dos milagres da tecnologia moderna: a corrente e as rodas com raios.

A roda com raios feitos de cabos de metal finos e esticados permitiu acelerar o funcionamento da bicicleta.

Antes da criação da corrente dentada, as rodas eram acionadas por meio de pedais acoplados, o que obrigava contar com uma roda frontal de enorme tamanho, que acabava sendo incômoda e instável.

A corrente, além das marchas, permitiu que, com apenas uma volta do pedal, a roda se movesse várias vezes e assim foi como nasceram, há um século, as bicicletas "seguras para damas".

Dessa forma, essa maravilha da engenharia se converteu em um sistema de transporte barato, eficiente, e acessível a homens e mulheres de todas as classes sociais.

Mais 'paqueras' e menos piano

A imprensa da época na Grã-Bretanha reportou que a invenção mudou a forma de cortejo entre os jovens do final do século 19.

Nos jornais britânicos daqueles dias, é possível encontrar notícias de que a bicicleta reduziu a frequência do comparecimento de pessoas à igreja, criou novas tendências de cortejo entre os jovens e até mesmo provocou uma diminuição no uso do piano.

Mas, além das transformações sociais, a ciência destaca que a contribuição mais importante da bicicleta se refletiu nos nossos genes.

Stephen Stearns, professor de ecologia e biologia evolutiva da Universidade de Yale, nos Estados Unidos, defende que a bicicleta ampliou em 48 quilômetros a distância de 'paquera' dos homens ingleses no final do século 19.

Ele diz que a invenção estimulou ainda a pavimentação das ruas, o que facilitou, mais tarde, a incorporação do automóvel ao mundo do transporte. Para os especialistas, deu-se assim o início a um processo de migração que dura até hoje.

Diversidade genética

Jones, do University College de Londres, ressalta que a distância entre o lugar de nascimento dos futuros cônjuges não parou de aumentar desde então.

O cientista pede aos leitores que se façam uma pergunta simples: Quão distante é a origem de seu marido/mulher em comparação com a dos seus pais?

"Se caminharmos por uma cidade como Londres hoje em dia, vemos uma variedade genética que não teríamos visto em outra época".

A bicicleta, segundo Jones, deu início assim a um caminho rumo à diversidade genética sem precedentes, algo que tem um papel primordial no desenvolvimento do nosso sistema imunológico – o que teve repercussões futuras cruciais para a humanidade.

"A diversidade genética é a base da evolução, se não a tivéssemos, ainda seríamos muito parecidos com os primatas", concluiu.

BBC BRASIL

Composto da árvore "Cássia do Nordeste" pode tratar Alzheimer


Pesquisadores do Instituto de Química da Universidade Estadual Paulista (Unesp), em Araraquara (SP), montaram um banco de dados com informações sobre compostos químicos extraídos da biodiversidade brasileira. Um deles, que já está patenteado, poderá ser usado no tratamento do mal de Alzheimer.

A descoberta, uma das mais importantes, nasceu da árvore Senna Spectabilis, popularmente conhecida como Cássia do Nordeste. Os pesquisadores verificaram que ela tem substâncias que podem ajudar no tratamento da doença de Alzheimer. Isso porque ela atua no sistema nervoso central e, assim, diminui os sintomas típicos da doença.

O medicamento pode ser uma esperança para tantas famílias como a da aposentada Valderes Pedro Gomido, que descobriu a doença há quatro anos. Desde então, além dos remédios, ela faz atividades em grupo. “A gente vai ao cinema em todo lugar, mas sozinha eu não faço mais”, contou.

São as filhas que se revezam para cuidar da mãe. Elas usam uma lousa para anotar as tarefas e nunca deixam a idosa sozinha. “Agora inverteu um pouco, a gente que tem que ter cuidado com quem ligou, porque que ligou. A gente tem que ver do que ela precisa, ao invés dela cuidar da gente, é a gente que tem que cuidar dela”, disse a terapeuta ocupacional Sylvia Regina Gomide.

Efeitos medicinais

Durante a pesquisa, várias plantas revelaram efeitos medicinais. Uma erva conhecida como guaçatonga, por exemplo, é muito usada pela população para fazer chás para quem tem úlcera de estômago, mas os pesquisadores identificaram substâncias que podem ajudar ainda no desenvolvimento de remédios contra o câncer.

Para chegar até esses novos princípios ativos é preciso colher amostras de uma mesma espécie em épocas e lugares diferentes. “Dependendo das condições do solo e de luz, ela vai produzir essas substâncias de maneira diferente”, explicou o pesquisador da Unesp Ian Castro-Gamboa.

Banco de dados – Durante 15 anos de estudos, os pesquisadores identificaram 640 substâncias de mais de 220 plantas da mata atlântica e do cerrado. Agora, todas essas informações estão disponíveis no site www.nubbe.iq.unesp.br para quem quiser acessar de qualquer lugar do mundo.

No site, é possível estudar as substâncias identificadas pelos pesquisadores, quais aplicações elas podem ter e de que plantas foram extraídas. “Essas informações já estavam disponíveis nas revistas cientificas, mas era muito importante criar um banco de dados para agilizar e facilitar o acesso de outros pesquisadores”, finalizou a pesquisadora Marília Valli.

(Fonte: G1)

Seca pode afetar fluxo de água dentro de árvores


Pesquisa divulgada pela revista científica “Nature” aponta que uma maior frequência na quantidade de secas no planeta, consequência de alterações climáticas, poderia causar um colapso no fluxo de água existente no interior das árvores e proporcionar uma maior mortalidade de espécies.

O transporte de água da raiz das árvores para partes mais altas ocorre por um conjunto de canais conhecido como xilema. Uma possível escassez de fluidos no solo prejudicaria o ciclo natural das árvores, que teriam de “forçar” a extração de água do solo.

De acordo com o estudo, essa sucção intensa dentro do xilema geraria bolhas de ar, que podem entupir canais que transportam água para partes mais altas da planta – um resultado que é conhecido como falha hidráulica e que pode levar à morte da árvore.

Cientistas da Universidade de Ulm, na Alemanha, estudaram esse fluxo natural em 226 árvores localizadas em 81 diferentes locais do mundo. Eles observaram a pressão do xilema dessas espécies durante um período de estresse hídrico (ausência de chuvas). Segundo o estudo, foi constatado que metade das árvores analisadas apresentaram problemas no transporte interno de água.

Maioria vulnerável – Havia a expectativa de que árvores presentes em locais áridos teriam mais chances de sobrevivência por estarem adaptadas ao clima. Ao mesmo tempo, aquelas dependentes do clima úmido ficariam mais vulneráveis com uma maior escassez de chuvas.

No entanto, 70% das árvores estudadas apresentaram dificuldades no funcionamento do xilema, independente de sua localização. Os cientistas afirmam que plantas com flores, também chamadas de angiospermas, correm mais risco de serem afetadas do que pinheiros e seus familiares, conhecidos com gimnospermas.

(Fonte: Globo Natureza)

Por que os orgânicos são tão caros?


8 fatores explicam o preço mais alto dos alimentos sem agrotóxicos. E nada explica o conformismo diante do alto custo ambiental, social e de saúde pública que vem de brinde com a agricultura baseada em aditivos químicos. Ninguém, em sã consciência, prefere comida com agrotóxico, mas os orgânicos no Brasil ainda são bem mais caros, o que deixa muita gente inconformada.






1 – Eles demoram mais para amadurecer

A agricultura orgânica consegue nível semelhante de produção por metro quadrado à da lavoura que usa adubos artificiais e agrotóxicos. No entanto, os alimentos se desenvolvem mais devagar. A cenoura orgânica, por exemplo, é colhida por volta de 116 dias após a semeadura enquanto a versão com aditivos químicos fica pronta em 97 dias. Ou seja, a safra ocupa a terra por mais tempo. E tempo é dinheiro.

Por outro lado, essa desvantagem comercial torna os orgânicos mais nutritivos e saborosos, pois vão extraindo da terra nutrientes mais variados e em maior quantidade. Enquanto os vegetais cultivados à base de compostos químicos sintéticos recebem basicamente apenas três macronutrientes -nitrogênio (N), fósforo (P) e potássio (K) - os adubos orgânicos oferecem toda uma tabela periódica em sua lista de ingredientes.

2 – Certificação

Por incrível que pareça, não há fiscalização obrigatória nas lavouras que usam agrotóxicos. Os abusos, ultrafrequentes, são descobertos pela ANVISA (Agência de Vigilância Sanitária) apenas ao recolher amostras de alimentos em supermercados. Para sentir o drama, é só clicar nesse link: http://www.estadao.com.br/noticias/vidae,pimentao-e-o-campeao-do-agrotoxico-mostra-estudo-da-anvisa,355203,0.htm.

Já o produto orgânico precisa ser certificado. Ou seja, o produtor deve arcar com a auditoria anual de sua propriedade, o que custa em média cerca de R$ 3 mil. Existem outras formas de certificação por meio de cooperativas que, embora sem custo fixo, demandam bastante tempo e dedicação, desviando o agricultor de sua função principal.

3 – Período de conversão

Um agricultor convencional que resolve virar orgânico passará por um tempo de vacas magras, pois sua terra está “viciada” em produtos químicos e não é fácil recompor a fertilidade utilizando recursos naturais. Durante essa fase, não há nenhum tipo de financiamento governamental que permita ao produtor sobreviver até conseguir safras melhores. No campo, essa talvez seja a principal barreira à adoção do sistema orgânico. Ou seja, existe muita gente querendo sair do esquema convencional, mas não consegue por razões financeiras de curto prazo.

4 – Falta de crédito

No Brasil não existem linhas de financiamento voltadas para a agroecologia. Parece mentira, mas para conseguir liberação de dinheiro no banco, o produtor precisa mostrar a nota fiscal comprovando que adquiriu agrotóxicos. Veja com seus próprios olhos o depoimento deles no documentário “O Veneno está na Mesa”, de Silvio Tendler, e aproveite para ampliar seus conhecimentos sobre o tema. O filme está totalmente livre para cópia e veiculação: http://www.youtube.com/watch?v=8RVAgD44AGg.

5 - Barreira de isolamento

De acordo com a legislação atual, quem usa substâncias potencialmente tóxicas na lavoura não precisa se preocupar com os resíduos que deixa na atmosfera, na água e no solo, além de estar isento de responsabilidade caso seja comprovada a contaminação de um trabalhador. Para completar, nada o impede de borrifar agrotóxicos até o limite de sua propriedade, mesmo sabendo que a pulverização invadirá o território alheio.

Já o produtor orgânico precisa manter uma faixa de vegetação robusta e alta para isolar seu cultivo da química dos vizinhos. Ou seja, uma parte de sua propriedade não pode ser utilizada para plantar alimentos, o que reduz a produtividade.

6 - Menor escala de produção

O agronegócio convencional privilegia a monocultura. Assim, terrenos imensos são ocupados por uma única espécie (algo muito atraente para pragas e doenças, pois, quando o invasor encontra esse farto banquete, se dissemina em altíssima velocidade). No sistema orgânico dá-se preferência ao plantio conjunto de várias espécies vegetais e ao consórcio com a criação animal. Desse modo, é mais rica a produção interna de adubo (feito com esterco e sobras vegetais) e mais eficiente o controle das espécies indesejáveis.

No entanto, uma propriedade com vários cultivos emprega maior número de trabalhadores e há menor possibilidade de mecanização. Outro complicador do ponto de vista comercial é que, ao ter quantidades pequenas de diferentes produtos para oferecer ao mercado, o produtor orgânico perde poder de barganha.

Um detalhe, porém, não deve ser esquecido: do ponto de vista socioambiental, essas aparentes desvantagens são muito positivas.

7 – Ganância dos supermercados

Grandes varejistas investem bastante em pesquisas sobre hábitos de consumo e logo descobriram que as pessoas com maior poder aquisitivo e nível de instrução são as que mais consomem orgânicos. Encontraram aí uma excelente oportunidade de inflar preços e foi o que fizeram. Uma pesquisa do Idec (Instituto de Defesa do Consumidor) realizada em 2010 flagrou uma diferença de preços de até 463% num mesmo produto orgânico (http://www.idec.org.br/em-acao/revista/142/materia/quer-pagar-quanto). Para quem busca alimentos sem veneno por preço em conta, as feiras de orgânicos são a melhor alternativa (procure aqui: http://www.slowfoodbrasil.com/textos/noticias-slow-food/504-voce-conhece-as-feiras-organicas-da-sua-cidade), seguidas pelos esquemas delivery (para saber mais sobre essa opção: http://conectarcomunicacao.com.br/blog/98-diga-adeus-aos-agrotxicos/.).

8 – Falta de assistência técnica e pesquisa

Antigamente existiam no país as redes de assistência rural financiadas pelo governo. Aos poucos, o poder público foi abandonando essa importante função e deixou o espaço livre para os fabricantes e revendedores de adubos sintéticos e agrotóxicos. Assim, quem dá orientações técnicas aos agricultores hoje em dia são os vendedores dessas fórmulas. Claro que eles não têm interesse nenhum em ajudar quem não consome seus produtos. Além disso, nas faculdades de agronomia predomina o ensino da agricultura baseada em insumos químicos, gerando carência de profissionais que sabem cultivar a terra sem apelar para eles. Para complicar de vez a situação da agroecologia, entidades como a FAPESP, o CNPQ e a CAPES não costumam liberar bolsas de estudos para quem se propõe a estudar agricultura orgânica e familiar.

Com tudo isso, dá para ver que os alimentos convencionais, aparentemente mais baratos, na verdade saem muito caro. Em seu preço não estão computados:

  • O custo social representado pelo abandono do campo e inchaço das periferias urbanas;
  • O custo em termos de saúde pública que tem origem no enorme número de pessoas intoxicadas pelos agrotóxicos, seja de forma aguda ou crônica (câncer, doenças neurológicas e endócrinas entre outras);
  • O custo ambiental devido à contaminação química do ar, da água e do solo, à perda da fertilidade do solo e da biodiversidade.

Do dia para a noite não haverá solução mágica para levar orgânicos baratos à mesa de todos os brasileiros. Mas já existem esquemas alternativos e mais acessíveis para adquiri-los (veja acima o exemplo do delivery e das feiras orgânicas) e outros virão por aí.

A gente pode e deve brigar para virar esse jogo. Temos o direito de exigir que o dinheiro público seja investido num modelo agrícola mais justo e sustentável, em vez de virar subsídio para os agrotóxicos, que, aliás, têm isenção de impostos!


Claudia Visoni é jornalista, paulistana e dirige a empresa Conectar Comunicação (www.conectar.com.br). Desde a adolescência, pesquisa assuntos ligados à ecologia e ao consumo, buscando alternativas para viver bem economizando os recursos naturais. E-mail: claudia@conectar.com.br
Artigo enviado pela Autora e originalmente publicado em seu blogue pessoal.

quinta-feira, 22 de novembro de 2012

Os 15 países com a gasolina mais cara no mundo


Os 15 países com a gasolina mais cara no mundo

Se você acha que encher o tanque no Brasil é doloroso – ou poderá ficar, com a ameaça de aumento do combustível para 2013 – dê uma olhada no preço cobrado para abastecer um carro popular (com 45 l) nos países abaixo e não se assuste se viajar para um dele.

Completa?

O prenúncio de um aumento de até 15% no preço dos combustíveis paira sobre o bolso do brasileiro. Ontem, o governo avisou que pretende iniciar em 2013 uma política para reduzir a diferença entre os preços da gasolina no mercado doméstico e internacional. Se você acha que encher o tanque por aqui é doloroso – ou poder ficar – conheça outros países onde a gasolina custa até o dobro do praticado no Brasil, segundo um levantamento da consultoria Air Inc.

De acordo com a pesquisa, baseada em dados coletados em 12 de outubro, o galão da gasolina comum (3,78 litros) é vendido no Brasil por US$ 5,67. Na ponta do lápis, encher o tanque de um carro popular em São Paulo com 45 litros de gasolina custa em média R$ 135 reais. Se fosse na Turquia, essa brincadeira sairia por quase R$ 250.

1 - Turquia
Gasolina comum/galão: US$ 10,14 
Gasolina Premium/galão: US$ 10,30
Preço verificado em: Istambul
Custo de encher o tanque (45 litros) em Real: R$ 245,80

2 - Noruega
Gasolina comum/galão: US$ 10,1
Gasolina Premium/galão: US$ 10,27
Preço verificado em: Oslo
Custo de encher o tanque (45 litros) em Real: R$ 245,70

3 - Eritreia
Gasolina comum/galão: US$ 9,59
Gasolina Premium/galão: não disponível
Preço verificado em: Asmara
Custo de encher o tanque (45 litros) em Real: R$ 232,38

4 - Holanda
Gasolina comum/galão: US$ 9,08
Gasolina Premium/galão: US$ 9,50
Preço verificado em: Amsterdã
Custo de encher o tanque (45 litros) em Real: R$ 219,92

5 - Itália
Gasolina comum/galão: US$ 8,95
Gasolina Premium/galão: US$ 10,01
Preço verificado em: Roma
Custo de encher o tanque (45 litros) em Real: R$ 216,87

6 - Dinamarca
Gasolina comum/galão: US$ 8,94
Gasolina Premium/galão: US$ 9,21
Preço verificado em: Copenhague
Custo de encher o tanque (45 litros) em Real: R$ 216,62

7 - Suécia
Gasolina comum/galão: US$ 8,72
Gasolina Premium/galão: US$ 9,01
Preço verificado em: Estocolmo
Custo de encher o tanque (45 litros) em Real: R$ 211,29

8 - Finlândia
Gasolina comum/galão: US$ 8,53
Gasolina Premium/galão: US$ 9,02
Preço verificado em: Helsinki
Custo de encher o tanque (45 litros) em Real: R$ 206,68

9 - Reino Unido
Gasolina comum/galão: US$ 8,52
Gasolina Premium/galão: US$ 8,99
Preço verificado em: Londres
Custo de encher o tanque (45 litros) em Real: R$ 206,44

10 - Bélgica
Gasolina comum: US$ 8.52
Gasolina Premium: US$ 8,70
Preço verificado em: Bruxelas
Custo de encher o tanque (45 litros) em Real: R$ 206,44

11 - Grécia
Gasolina comum/galão: US$ 8,37
Gasolina Premium/galão: US$ 8,75
Preço verificado em: Atenas
Custo de encher o tanque (45 litros) em Real: R$ 202,82

12 - Irlanda
Gasolina comum/galão: US$ 8,34
Gasolina Premium/galão: não disponível
Preço verificado em: Dublin
Custo de encher o tanque (45 litros) em Real: R$ 202,08

13 - Alemanha
Gasolina comum/galão: US$ 8,30
Gasolina Premium/galão: US$ 8,87
Preço verificado em: Frankfurt
Custo de encher o tanque (45 litros) em Real: R$ 201,13

14 - Hong Kong
Gasolina comum/galão: US$ 8,30
Gasolina Premium/galão: US$ 8,75
Preço verificado em: não disponível
Custo de encher o tanque (45 litros) em Real: R$ 201,13

15 - França
Gasolina comum:/galão US$ 8,22
Gasolina Premium/galão: US$ 8,52
Preço verificado em: Paris
Custo de encher o tanque (45 litros) em Real: R$ 199,17

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

As empresas de tecnologia mais verdes do mundo em 2012


Conheça as companhias do setor de TI que estão se esforçando para produzir de forma mais limpa e sem prejudicar o planeta, segundo o relatório anual “Guia de Eletrônicos Verdes”, do Greenpeace.

De olho no futuro

Todos os anos, o Greenpeace lança um ranking que avalia os esforços das principais empresas de tecnologia do mundo para se tornarem mais sustentáveis. O “Guia de Eletrônicos Verdes” observa se as metas ambientais prometidas por elas - como a redução das emissões de CO2 e retirada de produtos tóxicos dos aparelhos -, estão sendo de fato cumpridas.

Na 18ª edição, o guia avaliou as qualidades ecológicas de 16 marcas. As companhias que tiveram o pior desempenho, com pontuação abaixo de 4 (de um total de 10) foram a Lenovo, Philips, Panasonic, LGE, HCL Infosystems, Sharp, Toshiba e Rim. Nas páginas a seguir você confere as mais bem posicionadas.

1 - Wipro

A empresa de eletrônicos indiana faz sua estreia no Guia do Greenpeace já na primeira posição, com uma pontuação total de 7,1, de um total de 10 possíveis. Sobre os critérios de Energia, a Wipro mostra liderança na redução de gases de efeito estufa (GEE) e utilização de fontes renováveis. A empresa estabeleceu uma meta de alcançar 85% de sua redução de emissões através de energia renovável e investe pesado nisso.



2 - HP

Este ano, a HP perdeu a liderança do ranking e caiu uma posição, com um total de 5,7 pontos de 10. Segundo o Greenpeace, a empresa é líder em operações sustentáveis, que inclui a gestão criteriosa de sua cadeia de fornecedores, além de um programa efetivo de medição de emissões de carbono.





3 - Nokia

A fabricante finlandesa de aparelhos celulares Nokia aparece atrás da HP e Wipro no ranking da Ong ambientalista. De acordo com o Greenpeace, a empresa peca por falta de estratégias de redução de consumo de energia, seja com eficiência energética ou aumento do uso de fontes renováveis. Ela também precisa definir novas metas para reduzir a emissão de gases de efeito estufa (GEE) de suas operações em pelo menos 30% até 2015.

4 – Acer

Com uma pontuação total de 5,1 (de 10), a Acer tem engajado seus fornecedores nos planos de sustentabilidade, que incluem a gestão de gases efeito estufa e de substâncias tóxicas. Além disso, a empresa mostra melhorias nos critérios de uso de energia, com a meta de reduzir suas emissões de CO2 em 60% (com base em 2009) até o final da década.




5 – Dell

A Dell caiu três posições, saindo da segunda colocação para o quinto lugar na edição 2012 do ranking do Greenpeace, somando 4,6 pontos de 10. O que explica essa queda? A má pontuação no critério que avalia a sustentabilidade dos produtos. De acordo com a Ong ambientalista, a empresa deu para trás no seu compromisso de eliminar uso de plástico PVC e retardadores de bromados (BFR) entre 2010 e 2011, como prometido.


6 – Apple

Quem aparece na sexta posição, com 4,5 pontos, é a Apple, que no ranking do ano passado ocupava o quarto lugar. A queda se explica, em parte, pela falta de uma meta clara de redução de emissões de gases efeito estufa e por uma política pobre de incentivo ao uso de fontes renováveis. Segundo o Greenpeace, apenas 13% consumo da empresa é suprido por energia limpa.




7 – Samsung

A Samsung sobe uma posição e ocupa o sétimo lugar, com um total de 4,2 pontos de 10. Seu melhor desempenho se deve, principalmente, aos avanços no reporte de gases de efeito estufa (GEE) de suas operações, incluindo os dados da cadeia de suprimentos. Além disso, a empresa é uma das líderes no ciclo de vida do produto, uma vez que fornece garantias e informações precisas, bem como detalhes de inovações para ampliar a vida dos produtos.


8 – Sony

Quem ocupa a oitava colocação entre as empresas com melhores práticas ambientais é a Sony. Na avaliação do Greenpeace, os produtos da empresa apresentam excelência em eficiência energética. Além disso, a empresa utiliza cerca de 8,500 toneladas de plástico pós-consumo reciclado anualmente na confecção de novos produtos.

Planejamento urbano e mudança climática


O IBGE divulgou os resultados da Pesquisa de Informações Básicas Municipais. Segundo a pesquisa, dos 5.565 municípios brasileiros, em 2011, apenas 344 ou 6,2% tinham planos municipais de redução de riscos de desastres naturais e recuperação ambiental preventiva concluídos.

São estes planos que identificam os potenciais riscos de desastres naturais e traçam estratégias para lidar com eles, tanto de maneira emergencial quanto de maneira preventiva.

Nos municípios em áreas de maior risco, como áreas montanhosas e costeiras onde a probabilidade de desastres naturais é maior a elaboração destes planos é mais urgente. No entanto, em decorrência dos efeitos das mudanças climáticas e da falta de planejamento urbano, o número de municípios que estão expostos aos efeitos dos desastres naturais será cada vez maior.

Diversos estudos científicos mostram que a população em área de risco no mundo tem aumentado ano após ano em decorrência da combinação destes dois fatores, urbanização e mudança climática. No entanto, é evidente a falta de ação de nossa sociedade no enfrentamento destes dois problemas.

Fica evidente a necessidade de enfrentar o desafio da mudança climática globalmente ao mesmo tempo em que incorporamos esta nova variável no planejamento urbano. O próprio conceito de desastre natural deve ser revisto pois atualmente a natureza sofre grande influência da atividade humana.

Ouça comentário de Osvaldo Stella para a Rádio CBN: http://bit.ly/ipamCBN

IPAM
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