sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

A resiliência da Segurança Ambiental

A segurança ambiental é definida por um ambiente que não oferece risco para a continuação da vida humana. Risco ambiental é um conceito relativo, pois envolve não apenas o risco de fato, mas também a percepção que se tem desse risco. O risco ambiental de fato é determinado pela estrutura do ambiente, ou seja: o potencial que um determinado ambiente tem de por em risco a vida humana, como por exemplo, enchentes, secas, quantidade e qualidade da água, solos com alta vulnerabilidade a erosão, ambientes favoráveis à multiplicação de causadores de doenças, desastres climáticos entre outros riscos que se originam da estrutura do entorno natural. A percepção desse risco, ou melhor dizendo: a percepção desse potencial, e o entendimento desse potencial como risco é função, por um lado, da sensibilidade – ou ignorância – em conhecer a dinâmica do entorno, e saber desse potencial de transformação do meio.

O custo total das perdas ambientais é de difícil mensuração, mas é alto e continua a crescer, e embora a capacidade da ciência de entender e prever esses processos tenha aumentado muito, eles ainda são imprevisíveis e surgem na forma de novas epidemias de doenças, mudanças climáticas, extinção de espécies, perda da qualidade da água, e em um futuro breve os serviços ambientais não estarão disponíveis gratuitamente.

O sentimento de ameaça ante ao risco, ou o sentimento de segurança ambiental, está também relacionado à capacidade que se tem – e a consciência dessa capacidade – em enfrentar as mudanças e transformações do meio, sejam elas quais forem. Tanto o risco ambiental de fato – caracterizado pelo grau de instabilidade de um ecossistema – quanto o risco ambiental percebido, estão diretamente ligados à resiliência do ecossistema.

Na Física resiliência é a capacidade de um material retornar ao seu estado natural depois de um evento causador de tensão. Isto é, resiliência é a capacidade intrínseca de um sistema em manter sua integridade no decorrer do tempo, sobretudo em relação a pressões externas. A principal característica de um sistema resiliente é sua flexibilidade e capacidade de perceber – ou eventualmente criar - opções para enfrentar situações imprevistas e pressões externas. E é isso que a Natureza já está fazendo, sem muitos perceberem.

A realidade dinâmica e incerta de ecossistemas e rica em surpresas, exigindo de seus componentes – ser humano inclusive – essa capacidade de adaptação a novas circunstâncias, sejam elas graduais ou extremas. As transformações que o ser humano impõe ao meio ambiente natural, afetam a estrutura dos ecossistemas nos quais estão inseridos, fortemente influenciando o leque de opções que caracterizariam a resiliência desse ecossistema, de consequência, a segurança ambiental.

Os problemas de insustentabilidade que vemos hoje em dia possivelmente encontrarão soluções nas ações inovadoras que a policroma resiliência pode trazer. Essas ações, com certeza, já serão por si só novos paradigmas ambientais, sociais, econômicos e políticos. É disso que estamos precisando.

Políticas futuras devem ter por objetivo satisfazer as necessidades humanas a um preço menor sobre os sistemas naturais. Sem esta mudança, os sistemas naturais não mais poderão prover nossas necessidades em longo prazo. Todos devem assumir integralmente a responsabilidade de apoiar e enfrentar as questões ambientais. Num mundo onde tudo é interligado, a economia depende de um meio ambiente em equilíbrio.

O meio ambiente em harmonia permite olharmos para o futuro com uma distribuição de renda mais equilibrada, com inserção e ascensão social de muitas pessoas que hoje estão excluídas do processo possibilitando, assim, um crescimento legítimo da economia.

Proteger e melhorar nosso bem-estar futuro requer um uso mais sábio e menos destrutivo de nosso capital natural. E é isso que teremos que fazer, com criatividade e inovação, para realmente alcançar uma sociedade e um modelo econômico e político que entenda e seja parte, efetivamente, do Meio Ambiente. Que seja baseado em ações e não somente em ideias.

Rev. Bras. Agroecologia

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Atrás do trio vai tudo: pessoas e lixo !

O carnaval mais popular (47 anos de festejo) aconteceu ontem, 21, terça-feira Gorda, no imenso percurso que atravessou o centro de Macapá. A Banda levou atrás dos trios não só pessoas, mas muito lixo. Foram mais de 150 mil foliões de todas as idades e classes sociais fantasiados ou não, que aproveitaram os últimos dias de carnaval.

As maiores atrações, a boneca Chicona e os bonecos Anhanguera e Arizinho, desfilaram entre todos os tipos de fantasiados. Ela, que já é uma entidade de utilidade pública do Estado e do município e patrimônio cultural de Macapá, teve que se adaptar à realidade. Foram distribuídos 600 mil preservativos, o Corpo de Bombeiros e a Polícia Militar estavam presentes, garantindo a segurança em todo o percurso e foram disponibilizados 60 banheiros químicos. Porém, as campanhas de conscientização e recolhimento de resíduos não foram suficientes, sendo que os erros foram de todos.

Como nem tudo são flores e paetês, com a minha presença na Banda pude perceber que a grande maioria das pessoas ainda não se deu conta de que lugar de lixo é no lixo. Tanto crianças como adolescentes e adultos jogavam todos os tipos de lixo no chão, não se preocupando em achar uma lixeira, que, aliás, eram raras pelo trajeto.

Em acontecimentos grandiosos como o Carnaval, tanto o poder público e privado como a sociedade em geral, tem de se responsabilizar sobre as atitudes tomadas diante o meio ambiente. Poder público e privado atuando com infraestrutura, iniciativas educadoras e preventivas e a sociedade com o cumprimento e promoção das ações ambientais necessárias.

Grande parte dos danos causados aos ecossistemas são, justamente, a falta de uma educação ambiental eficiente e sensibilizadora. Não bastam apenas divulgações ao acaso e, sim, em todos os momentos da formação humana.

A população não deve pensar que por haver garis e catadores de lixo, principalmente de latinhas, que deverão jogar a esmo todos os tipos de resíduos em via pública.

Mostre que você é inteligente e faça sua parte. O meio ambiente necessita de pequenas ações para manter-se vivo. Suas ações do hoje irão refletir nas gerações futuras. Assim como muitos irão sentir saudades da folia do carnaval, se as atitudes não mudarem, irão sentir saudades do meio ambiente saudável e equilibrado.

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

Sustentabilidade no Carnaval

O carnaval é um período de muita alegria e diversão, mas também de consumo exagerado. O feriado, as viagens e as festas acabam representando um gasto maior de combustível, de eletricidade, de fantasias e, é claro, de bebidas.

Na quarta-feira de cinzas, tudo isso deixa muito mais que saudades, deixa um monte de resíduos e uma conta ambiental alta a ser paga pelo planeta. Por isso, siga as 10 dicas para você curtir o carnaval sem descuidar da consciência ambiental e social.



1. Produza menos lixo

Para você ter uma ideia de como o carnaval produz lixo adicional ao usual, só na cidade de Salvador são recolhidas 1.500 toneladas a mais de lixo nos dias 6 dias de festas. Isto gera um alto custo extra de coleta para as prefeituras, pago com recursos públicos que poderiam ser investidos, por exemplo, para maior segurança no próximo carnaval.





2. Jogue o lixo no lixo

No carnaval, o lixo acumulado nas ruas entope os bueiros e aumenta o risco de enchentes. Nas estradas, os detritos jogados nos acostamentos agridem e colocam em risco o meio ambiente e os animais. Portanto, no carnaval, mais do que nunca, jogue o lixo exclusivamente no lixo.







3. Reutilize as fantasias

As fantasias de carnaval são usadas, em geral, apenas por um dia. Portanto, para evitar o desperdício, nada melhor do que reutilizá-las, trocá-las com amigos, reciclá-las.









4. Cuidado com os excessos

O consumo excessivo de bebidas é responsável pela maioria dos acidentes e pelos altos níveis de violência no carnaval. Não passe da conta neste carnaval, consuma bebidas e alimentos com moderação, protegendo a sua saúde e a integridade física de todos.









5. Seja um turista consciente

Se você for viajar no carnaval, procure minimizar os impactos ambientais de sua viagem, respeite os costumes dos lugares visitados, prestigie a cultura e a economia locais.







6. Gaste menos combustível

Prefira transportes com menor consumo de combustível fóssil, o principal responsável pelo aquecimento global. Entre o avião e o carro, prefira o carro. Entre o carro e o ônibus, fique com o último. E aproveite os dias livres para andar de bicicleta e a pé.









7. Tire os equipamentos da tomada

Antes de viajar, não se esqueça de tirar os aparelhos elétricos e eletrônicos da tomada, tais como TV, DVD, microondas e carregador de bateria. O modo "stand-by", que fica acionado quando o aparelho está desligado, mas conectado à rede elétrica pela tomada, é responsável por até 25% da energia consumida por esses equipamentos.





8. Não desperdice água

O carnaval é a época em que muitas cidades, em especial as turísticas, enfrentam sérios problemas de abastecimento de água em função do aumento excessivo de consumo. Portanto, se você já é um consumidor consciente de água, redobre os cuidados no carnaval. Evite as brincadeiras que implicam em desperdício, tome banhos mais curtos, desligue o chuveiro na hora de se ensaboar.





9. Aproveite a cidade vazia

Se sua cidade não for destino de foliões, e se você não for viajar, aproveite a tranqüilidade e o tempo livre em atividades que não custam dinheiro e não consomem recursos naturais: caminhadas, visitas a parques, museus e centros culturais, maior convívio com a família.





10 . Divulgue o consumo consciente

Durante o carnaval, se você presenciar casos de desrespeito aos preceitos que orientam essas dicas do blog, não hesite em orientar as pessoas. Sempre que tiver oportunidade, divulgue os princípios do consumo consciente. Contribua para que o carnaval seja cada vez mais uma época de alegria e paz e não de violência e ameaça ao equilíbrio do planeta.

Instituto Akatu

domingo, 19 de fevereiro de 2012

10 tecnologias verdes futuristas para sua casa

É cada vez mais comum o surgimento de soluções ecológicas que buscam levar um pouco de natureza e ar fresco para a vida entre quatro paredes nas grandes cidades. Confira a seguir algumas das mais curiosas.

Planta sorri quando bem tratada

Quem cultiva ou já tentou criar plantas em casa sabe que se trata de tarefa árdua e às vezes cruel. O corre-corre diário pode afetar o tempo e a atenção dedicados aos vazinhos, que precisam de água, ar e um lugar arejado pra ficar. Sem querer, esquecemos de regá-las por um,  dois, três dias, até uma semana inteira e, de repente, toda aquela beleza natural seca e morre. Tudo não seria mais fácil se as plantinhas pudessem comunicar suas necessidades?
Foi exatamente essa a solução encontrada pelo designer JunyiHeo. Para dar uma mãozinha aos humanos (e salvar a vida das plantas), ele criou um vaso inteligente que mede as condições do solo, temperatura e umidade e, a partir de cálculos, verifica se está tudo em ordem com a muda. O resultado é expresso em uma tela LCD por meio de pictogramas em formato de carinhas que manifestam satisfação ou insatisfação. A planta também “sorri” quando é regada ou “entristece” para avisar ao exagerado que já tem mais água do que precisa.

Pia com aquário promove economia de água

Sensibilizar o consumidor sobre o desperdício de água no dia-a-dia não é tarefa fácil. Atento à questão, o designer chinês Yan Lu criou o "Poor Little Fishbowl Sink", uma pia que utiliza um aquário com peixe vivo para estimular, emocionalmente, o consumo consciente. Sempre que a torneira é aberta para atividades comuns, como escovar os dentes e lavar as mãos, o volume de água do aquário acoplado à pia diminui, o que ameaça a sobrevivência do peixe.
A água que sai da torneira não é a mesma do aquário, que contém alimentos e dejetos do animal marinho; elas estão separadas por um filtro. Segundo o designer, o projeto pretende estimular o uso consciente da água através do sentimento de culpa e de responsabilidade pela vida do bichinho. O projeto possui um dispositivo que limita até certo ponto a saída de água do aquário para que o peixe não morra, no caso, por exemplo, de alguém deixar a torneira aberta por muito tempo.

Flor solar recarrega gadgets

Em um mundo cada vez mais conectado à aparelhos eletrônicos, a pressão sobre os recursos energéticos é constante. Então que tal ter em casa uma pequena usina solar para recarregar seus dispositivos tecnológicos?
Foi pensando nisso que o designer Bon-Seop bolou o “Solar Plant”, um aparelho com visual de flor que gera energia elétrica a partir da luz do sol. Basta deixá-lo exposto ao sol durante um tempo e depois plugar no gadget que quiser. Leve e compacto, o Solar Plant pode ser levado pra todos os lados, garantindo energia limpa onde e quando você precisar.


Chuveiro ecológico filtra água

Se você é do tipo que adora um banho de cacheira, o Eco-chuveiro Phyto Purificação é ideal para reproduzir a sensação de uma “ducha” no meio da natureza. Ele possui um sistema hidráulico especial capaz de reciclar e regenerar a água residual através de um jardim no box, onde cada parte desempenha um papel na limpeza da água.
A areia onde as mudas são plantadas funciona como um filtro inicial, por onde o líquido passa antes de chegar às raízes, responsáveis pela retirada dos metais pesados e bactérias. Por fim, a água fica livre de qualquer impureza remanescente ao passar por um filtro de carbono. Com o eco-chuveiro, é possível a poupar um recurso natural valioso e ainda manter um jardim em pleno banheiro. O projeto dos designers Yasamoto, Alban Le Henry, Olivier Pigasse e VincentVandenbrouck.

Parasite Farm: uma fazenda em sua cozinha

Cultivar temperos e hortaliças em casa é um sonho comum para aqueles que gostam de cozinhar. Hoje, na maioria dos supermercados, já é possível encontrar mudas específicas para esse fim. Mas para quem gosta de ousar mesmo, os designers alemãs Charlotte Dieckmann e Nils Ferber criaram o Parasite Farm, um perfeito sistema de agricultura para ambientes internos.
Ele é composto por vasos de dimensões variadas que se encaixam onde o proprietário quiser. O mais bacana é que o mestre-cuca pode personalizar o seu vazo para otimizar o trabalho na cozinha. É possível por exemplo ter uma tábua adaptada para corte dos vegetais, de onde as partes indesejadas podem “deslizar” direto para a terra, servindo como adubo na composteira. Todo o processo é autossuficiente – enquanto o Parasite Farm recebe pedaços de alimentos, ele também fornece legumes fresquinhos.

Janela-jardim no apartamento

O projeto “Plant Window” é uma janela capaz de abrigar um jardim inteiro, do teto ao chão, e que funciona como uma cortina que filtra a luz e ainda garante um toque verde ao ambiente. A ideia segundo seus criadores, os designers Jianxing Cai, Chao Chen, Qi Wang, & Jiang Wu, é mudar a visão rotineira que os moradores costumam ter da rua (ou do prédio vizinho), dando lugar a uma paisagem natural.
A janela, que funciona como uma estufa, também ajuda a manter o clima e a temperatura dos cômodos sempre agradáveis. E, claro, a escolha das espécies de plantas e flores fica ao cargo do freguês.


Geladeira usa gel para resfriar alimentos

Além de ser um dos eletrodomésticos mais utilizados em casa, a geladeira é um papa-energia de primeira, responsável por até 9 % dos gastos na conta da luz. Em um apelo futurista para repensar os modelos convencionais, o designer russo Yuriy Dmitriev criou o conceito Bio Robot Refrigerator para a Electrolux, que não utiliza eletricidade, nem outra fonte energética.
Todo o seu centro é preenchido por um gel de biopolímero que possui propriedades químicas para resfriar e conservar os alimentos. Tudo o que o usuário tem a fazer é inserir os produtos no gel (não-pegajoso e sem cheiro, segundo o criador) e deixá-los lá, gelando naturalmente, como em uma geladeira comum. Os alimentos ainda ficariam visíveis e acessíveis a qualquer pessoa. Quatro vezes menor que um refrigerador tradicional, o Bio Robot Refrigerator não possui portas ou prateleiras e pode ser utilizado na vertical, na horizontal e até no teto.

Ligado na consciência “verde”

Já pensou com que frequência você esquece uma lâmpada acesa em casa ou mesmo no trabalho? Às vezes, você até sabe que está gastando energia, mas que mal tem deixar a luz do corredor acesa por mais tempo, ou um abajur ligado à noite toda na sala? Todo mundo, em maior ou menor grau, é um pouco assim, desatento com os gastos energéticos.
Preocupado em conscientizar as pessoas sobre a necessidade de preservar os recursos naturais do planeta, o estudante de design americano Andrew Harmon da Universidade de Michigan desenvolveu uma série de interruptores e tomadas inovadores com folhas, musgo e pequenas flores. Apesar de realista, a cobertura é feita de material artificial. A ideia da coleção batizada de “Growth Plate” é espalhar o recado “verde” pela casa, nos lembrando que a natureza sofre os efeitos de nossas ações, mesmo as mais cotidianas.

Cesto de lixo dispensa saco plástico

Eis aí uma solução mão na roda para os paulistanos, que desde janeiro precisam se adaptar ao “banimento” das sacolas plásticas dos supermercados da cidade. A ideia é bem simples: no lugar do saco de polietileno comum, entram camadas de sacolas feitas de papel.
O ideal segundo seus criadores, os designers italianos Riccardo Nannini, Domenico Orefice e Emanuele Pizzolorusso, é que só sejam descartados na lixeira ecológica batizada de Fabriano o chamado lixo sólido, como embalagens plásticas, vidro, papelão e outros materiais que podem ser reciclados. O cesto também pode ser utilizado em escritórios, para descarte de papel.

Parede ecológica, do Case

O Centro de Arquitetura, Ciência e Tecnologia (Case), em Nova York desenvolveu uma parede ecológica que ajuda a melhorar a qualidade do ar e o clima nos escritórios e outros ambientes internos. A técnica baseia-se no processo chamado de fitorremediação, que usa plantas para remover, imobilizar ou tornar inofensivos ao ecossistema contaminantes do solo, água ou ar.
O sistema projetado pelo Case consiste em plantas hidropônicas instaladas em uma tela modular que pode ser deslocada. Em vez de estarem enterradas no solo, as raízes das plantas ficam expostas, o que aumenta a capacidade de purificação do ar em até 300%.

exame.abril.com.br

sábado, 18 de fevereiro de 2012

Planeta Sustentável

Parede ecológica purifica o ar em escritórios

Arquitetos projetam tela modular para plantas que melhora o clima em ambientes internos.

Passar pelo menos oito horas por dia enclausurado em um escritório sem graça, com carpete no chão, exposto ao ar condicionado frio e, na maioria das vezes, sem contato visual com uma paisagem agradável pode ser um composto explosivo para a saúde e o bem-estar de qualquer pessoa.
Pensando nisso, o Centro de Arquitetura, Ciência e Tecnologia (Case), em Nova York desenvolveu uma parede ecológica que ajuda a melhorar a qualidade do ar e o clima nos escritórios e outros ambientes internos. A técnica baseia-se no processo chamado de fitorremediação, que usa plantas para remover, imobilizar ou tornar inofensivos ao ecossistema contaminantes do solo, água ou ar.
O sistema projetado pelo Case consiste em plantas hidropônicas instaladas em uma tela modular que pode ser deslocada. Em vez de estarem enterradas no solo, as raízes das plantas ficam expostas, o que aumenta a capacidade de purificação do ar em até 300%.
Segundo seus criadores, a parede verde tem efeito benéfico sobre a qualidade do ar semelhante ao de cerca de 800 plantas de vaso. Um canal interno é responsável pela irrigação por gotejamento que fornece água fresca para as plantas.
Outros projetos voltados para a melhoria do clima em ambientes internos têm surgido. Um exemplo recente é o “Plant Window”, dos designers Jianxing Cai, Chao Chen, Qi Wang, & Jiang Wu, uma janela de plantas que funciona como uma cortina que filtra a luz e ainda garante um toque verde ao ambiente.

Kuwait ganha aeroporto futurista sustentável

Design do edifício equilibra o espaço com simplicidade, facilidade de uso; estrutura é inspirada em formas e materiais locais.

Aeroporto Internacional do Kuwait vai aumentar significativamente sua capacidade e estabelecer um centro aéreo regional no novo Golfo por meio de um projeto sustentável.
O objetivo estratégico do projeto vai ser acompanhado por um edifício terminal, o qual visa fornecer conforto para os passageiros, além de definir um marco ambiental para os aeroportos internacionais.
O design do edifício equilibra o espaço com simplicidade, facilidade de uso e tem uma estrutura inspirada em formas e materiais locais. Ele terá poucas mudanças de nível. O terminal tem um plano de trevo, com três alas de portões de embarque. Cada fachada mede 1,2 km com uma extensão a partir de um espaço central com 25 metros de altura. Já a estrutura de concreto fornece massa térmica e o telhado tem painéis solares para coletar energia.
Ele deve ter um telhado único com aberturas envidraçadas capazes de filtrar a luz do dia, enquanto desviam a radiação solar direta. A cobertura estende a sombra para proteger uma praça de entrada. Ela é suportada por colunas de concreto com formas orgânicas, inspiradas no movimento dos barcos à vela, tradicionais do Kuwait.
Com essa grande reforma, o Kuwait pretende receber a certificação LEED Gold (Leadership in Energy and Environmental Design) e se tornar o primeiro aeroporto do mundo a atingir este nível de certificação ambiental. Esse selo verde representa que a construção é conhecida e aceita internacionalmente segundo práticas sustentáveis.
O local de desembarque terá a área de bagagens cercada por cascatas de água para resfriamento. O paisagismo em torno do aeroporto terá um oásis ao redor do prédio com as espécies nativas de deserto ao longo da estrada de acesso.
O plano diretor foi feito pelo escritório de arquitetura inglês Foster and Partners. Inicialmente, o aeroporto irá acomodar 13 milhões de passageiros por ano, número que pode aumentar para 25 milhões e até acomodar 50 milhões de passageiros com maior desenvolvimento.

Inglaterra ganha primeira casa anfíbio à prova de enchente

Autorizada pelo governo britânico, instalação no Rio Tâmisa é capaz de “levantar e flutuar” durante inundações, protegendo os moradores e evitando danos materiais.

Além dos estragos à infraestrutura das cidades, as grandes tempestades e enchentes têm mostrado o seu lado mais cruel - o de tirar vidas humanas e deixar milhões de desabrigados - com uma intensidade surpreendente. E a situação só deve piorar nos próximos anos, em decorrência das alterações climáticas.
Preocupados com a questão, a firma de arquitetura britânica Baca desenvolveu uma casa anfíbio capaz de resistir às enchentes. Primeiro projeto deste tipo a receber autorização do governo inglês, a casa de 225 metros quadrados de área está sendo construída a apenas 10m da margem do rio Tâmisa, em Male, no condado de Buckinghamshire. Ela será erguida em bases fixas, como um edifício convencional, mas em caso de inundações na região, a casa será capaz de levantar e flutuar, mantendo a salvo seus ocupantes.
A resistência à agua deve-se ao que os arquitetos chamam de "golfinhos", postes verticais normalmente encontrados em marinas que mantêm a instalação flutuante no lugar durante uma cheia. Outra curiosidade da casa anfíbio é o jardim com terraço em três camadas, que foi projetado para funcionar como um sistema precoce de alerta de inundações, possibilitando ao morador acompanhar a elevação gradual do nível do rio. O jardim em camadas também tem a função de reter água. Com um valor estimado em 1,5 milhões de libras, a casa anfíbio britânica custa cerca de 20% a 25% a mais do que uma construção convencional e de tamanho similar.
Apesar de pioneira na Inglaterra, a iniciativa já tem exemplos de sucesso em outros países. Em entrevista ao Wired.co.uk, Richard Coutts, diretor do escritório Baca, afirmou que sua equipe tem colaborado com especialistas pelo mundo para o desenvolvimento de construções resistentes à enchentes. Em 2005, ele ajudou o Grupo Dura Vermeer a construir 32 casas anfíbias e 14 casas flutuantes na Holanda. Projetadas para acomodar uma diferença do nível de água de até 5,5 m, todas as estruturas foram postas à prova durante as enchentes do ano passado – e, como prometido, resistiram firmes e fortes.

Banda de rock faz show movido a pedaladas

Os músicos do CO2Zero cantam sobre sustentabilidade e dão exemplo com geradores movidos a bicicletas ergométricas.

No show da banda de rock CO2Zero, de Santa Bárbara do Oeste, no interior de São Paulo, ninguém fica parado. Seja pelo som, seja pela causa que os integrantes defendem. Tudo no grupo remete à sustentabilidade, desde as letras das músicas, até a atitude: a energia elétrica usada para iluminação e para os próprios instrumentos é produzida por geradores movidos a pedaladas.
“São bicicletas ergométricas adaptadas a geradores elétricos. Toda a eletricidade que usamos vem das pedaladas, ou seja, tem que ter gente ajudando o tempo todo. Se não pedalar, não tem música”, diz Kleber Amedi, baixista da banda.
A ideia do projeto “Pedal Sustentável” é do baterista da CO2Zero, José Carlos Armelin. Formado em engenharia eletrônica e professor universitário, ele desenvolveu o sistema que conecta as bicicletas ao gerador e distribui a energia às luzes e amplificadores.
“O Armelin sempre foi preocupado com o meio-ambiente, e adora música e bicicleta. Ele decidiu unir as três coisas no mesmo projeto. Nós nos conhecemos em um show em que ele estava com a bateria, o gerador e a bicicleta”, diz Amedi, que é engenheiro químico e trabalha com saneamento e projetos de sustentabilidade há 15 anos.
No repertório, que é sucesso entre universitários e estudantes do ensino médio e fundamental, rock e pop são os ritmos de músicas que transmitem lições de sustentabilidade. É o caso de “Mundo das Sacolas”, paródia da canção “Flores”, dos Titãs: “Olhei até ficar cansado/de ver tantas sacolas de plástico/Chorei por ver descartadas/as sacolas que estão no canteiro.../A educação vai curar essas lástimas/As sacolas têm gosto de lágrimas...”.
'Ecochatos'
Todo o trabalho da banda é feito na base da conscientização, mas sem forçar a barra. “Não queremos o rótulo de 'ecochatos', 'biodesagradáveis'. Isso tem que ser algo prazeroso, natural, e sempre dando o exemplo”, diz Amedi. Portanto, nada de discursos pesados, ou discussões intermináveis. As mensagens são curtas e, na maioria das vezes, bem-humoradas.
Segundo o baixista, a fórmula tem dado certo. Os shows já deram origem a um projeto de reciclagem em Santa Bárbara do Oeste, e estimularam as pessoas a criar o hábito da “carona solidária”, para diminuir a circulação de carros durante a semana. Mas o maior sucesso são mesmo as bicicletas que abastecem de energia elétrica as apresentações. A banda até carrega a tiracolo um “pedalador oficial”, caso ninguém na plateia esteja em condições de ajudar. Mas geralmente não é o que acontece
”Em Uberaba, até uma senhora de 82 anos foi pedalar. As pessoas se sentem parte da banda”, afirma Amedi. Depois do show, elas saem precisando de um banho, que, diga-se de passagem, tem que ser curto. É como diz a letra de “Banho”: “Trabalhei o dia inteiro/ só quero chuveiro/ tenho placa solar/ pro meu banho esquentar/ mas nada disso adianta/se água eu desperdiçar/10 minutos de banho/bastam pra eu me lavar”.

exame.abril.com.br 

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Religião e meio ambiente: abordagem (Eco) teológica


As pesquisas mostram que a maioria do povo brasileiro é Cristã, e que a questão ambiental tem sido por muito tempo, alvo de comentários de especialistas, levando em consideração que o cristão, tem pregado com tanta ênfase a perfeição da natureza cuja beleza foi dada por Deus. Embora a Teologia não esteja ligada diretamente ao tema meio ambiente, pode-se admitir que é de suma importância a interferência teológica dentro das questões que se referem a preservação ambiental.

E, a propósito, será que a comunidade cristã está cuidando dessa natureza que tanto se prega com tanta ênfase a sua perfeição? Segundo a Bíblia Sagrada, no livro de Gêneses, capítulo 2 e versículo 15 encontramos a primeira ordem de Deus ao homem para cuidar da natureza: “Tomou, pois, o Senhor Deus o homem, e o pôs no jardim do Éden para o lavrar e guardar.” É bom que se diga, que, o povo Cristão no mundo inteiro tem plena consciência de que a Bíblia é a Palavra de Deus, ou seja, é o único guia de fé, porém, o mundo não tem atentado  para o fato de que a Bíblia começa e termina com a criação. “No princípio criou Deus os Céus e a terra...”Gn1.1, “ ...A Glória do Senhor encherá toda a terra”. Nm. 14:21 .

Nos dias contemporâneos há de se admitir que o mundo vive as maiores crises de degradação do meio ambiente, rios poluídos, floresta sendo desmatadas, poluição atmosférica fora do controle, e os homens em seus debates tornam vãs as tentativas de solução. Outros assistem de braços cruzados.

Em sendo assim, qual o papel do cristão como ser humano e como igreja no sentido de preservar o meio ambiente?  A Bíblia avisa que aqueles que destroem a Terra, serão destruídos. “Iraram-se, na verdade, as nações; então veio a tua ira, e o tempo de serem julgados os mortos, e o tempo de dares recompensa aos teus servos, os profetas, e aos santos, e aos que temem o teu nome, a pequenos e a grandes, e o tempo de destruíres os que destroem a terra. (Ap. 11:18)” . Poluir o meio ambiente é moralmente errado e a Bíblia por sua vez  ensina em Deuteronômio 23:13 “E entre as tuas armas terás uma pá; e será que, quando estiveres assentado fora, então com ela cavarás e, virando-te, cobrirás aquilo que saiu de ti”.

O Cristão deve estar informado e informar ao mundo acerca dos males que causam por  falta da educação ambiental na sociedade, isso porque, Deus quer que sejamos dignos de confiança, pois somos a sua imagem e semelhança. E criou Deus o homem à sua imagem; à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou. (Gn 1.27). Nestas considerações é claro e notório que o povo de Deus está diretamente compromissado com a preservação do meio ambiente. Portanto, o homem está neste reflexo criador, ordenador e zelador dos bens de Deus.

Segundo a Bíblia o papel do homem na criação é de um mordomo e não de um tirano. Precisamos fomentar uma consciência ecológica fundamentada e inspirada biblicamente. Aqui é decisivo verificar quais são as reais motivações e qual é a cosmovisão que anima as propostas apresentadas pelos ambientalistas. Podemos estar de acordo em relação a determinadas propostas e estarmos totalmente em desacordo em relação aos seus pressupostos espirituais. Pode parecer que o mais importante são as propostas e os objetivos, mas, mais cedo ou mais tarde vamos verificar que pressupostos errados acabam por distorcer e comprometer os objetivos a longo prazo. 

Se a cura divina é um fato bem patente na vida de muitos cristãos não é menos marcante a prevenção que os princípios bíblicos de vida acabam por realizar. A influência da Igreja na sociedade move-se na dimensão sobrenatural e na dimensão natural. Tanto uma como outra estão interligadas na sua dinâmica. Não há qualquer dicotomia entre elas o natural apenas é para nós o sobrenatural que acontece todos os dias.

Todo o nosso estilo de vida e modo de relação com a natureza depende do que pensamos e cremos coletivamente, e que, para mudar a maneira de nos relacionarmos com a natureza devemos começar por mudar aquilo que pensamos e cremos a respeito dela. Para pensar a questão do meio ambiente a partir de uma perspectiva teológica é necessário que estabeleçamos uma premissa hermética de que existe uma relação profunda entre o ser humano religioso e o mundo como um todo.

Diferentemente das propostas dos críticos ambientalista, onde o conceito antropológico-cristão nos é apresentado como algo extremamente dualístico, para os teólogos da ecoteologia isso necessariamente não acontece. No conjunto dessas reflexões, um pensamento cristão voltado para os problemas ecológicos constitui decididamente uma mudança de paradigma na própria teologia. Para a ecoteologia não pode existir dualismo entre o homem redimido (a Igreja) e mundo da natureza. Haja vista, que o surgimento do homem, sua socialização, e desenvolvimento do chamado mundo da cultura seriam apenas etapas embrionárias de um plano maior onde o Telos se estabeleceria na perspectiva de um equilíbrio do sistema, por isto não pode ser absolutamente rompido sob pena de destruir a própria vida.

Neste sentido, o princípio do livre-arbítrio atribuído ao homem comporta a noção de que ele será premiado ou punido pela natureza conforme as suas ações sobre ela. Ou seja, o cristianismo tem ensinado e advogado de forma confessional, que o homem é responsável diante de Deus pelo uso racional e correto do mundo e da criação, visto que é o mordomo de Deus dos bens criados por ele.

No Brasil o teólogo Leonard Boff, preconiza a figura inspiradora da espiritualidade ecológica. Em seus textos, o autor tenta proclamar de forma poética e mística as matrizes relacionais que possibilitam a construção do diálogo entre religiosidade e meio ambiente. Para o autor é necessário estabelecer uma consciência ecológica, de caráter ético-teológico que seja perfeitamente capaz de entender que teologicamente falando, o ser homem está no centro da criação, mais não está sozinho. A humanidade só será humanidade de verdade, se estiver profundamente comprometido em unidade com o planeta Terra.

Podemos afirmar que o principal núcleo e a espinha dorsal da chamada ecoteologia seria a compreensão unificada da complexa experiência salvífica que envolve: a criação, a história, a encarnação, a redenção e a consumação, sobretudo em um processo de realização, incluindo necessariamente a ecoesfera, a comunidade biótica etc.

RevEleTeo

Os 10 países líderes em energia eólica

Segundo relatório do Global Wind Energy Council, em 15 anos a capacidade eólica mundial passou de 6,1 GW para 238,4 GW (cerca de 17 hidrelétricas Itaipu). Mesmo com a crise econômica, setor cresceu 21% em 2011. Veja os 10 países que lideram essa expansão:

1 - China

Dona de 1/4 da capacidade eólica mundial, a China é o país líder em investimento no setor, com 62,7 mil megawatts (MW) instalados (26,3 % participação global) entre 1996 e 2011. Trata-se de 40 vezes a capacidade eólica total do Brasil, de 1,5 mil MW.
De acordo com o relatório do GWEC, no ano passado, o gigante asiático também tomou a frente do processo de expansão, instalando mais 18 mil MW, quase metade do total mundial registrado no período. Por trás do desempenho chinês está a necessidade do país de superar sua dependência energética do petróleo e reduzir as emissões de gases que contribuem para o aquecimento global, garantindo, assim, um abastecimento limpo para sustentar seu crescimento.

2 - Estados Unidos

Os Estados Unidos aparecem em segundo lugar no ranking do GWEC, com uma capacidade eólica acumulada de 46,9 mil MW, o que corresponde a 19,7% do total mundial. Nem mesmo a repercussão prolongada da crise financeira e as incertezas em relação a políticas ambientais de médio e longo prazo diminuíram o ritmo de investimento em energia renovável na terra do Tio Sam.
Em 2011, o país foi responsável pelo segundo maior investimento no setor, instalando 6,8 mil MW, cerca de 17% do crescimento da eólica verificado no mundo de janeiro à dezembro.

3 - Alemanha

No terceiro lugar do ranking, a Alemanha registra uma capacidade eólica total de 29 mil MW, respondendo por 12,2% do acumulado mundial. A Alemanha também foi o quarto país que mais contribuiu para o crescimento do setor no ano passado, com mais 2,086 MW instalados, representando 5% da participação global.
A conversão para energia limpa garante não só a redução das emissões de gases nocivos ao planeta como a geração de novos postos de trabalho. Na última década, mais de 300 mil vagas foram criadas no agitado mercado de energias renováveis do país.



4 - Espanha

Em quinze anos, a capacidade total instalada de energia eólica espanhola atingiu 21,6 mil MW, o que representa 9,1% do potencial dos projetos eólicos mundiais. Apesar da crise, em 2011 o país teve o sétimo maior crescimento do setor, registrando aumento de mil MW de capacidade e uma participação global de 2,5%.






5 - Índia

Os ventos também sopram positivamente para a Índia, que soma 16 mil MW em projetos eólicos, o quinto maior desempenho mundial, com participação de 6,7%. No ano passado, o país registrou aumento de 3 mil MW, cerca de 7% do total investido no mundo, ficando com o terceiro melhor desempenho.









6 - França

A sexta colocação no ranking do GWEC foi para a França que, entre 1996 e 2011, acumulou uma capacidade eólica total de 6,8 mil MW, o que representa 2,9% de participação mundial.
No ano passado, como seus antecessores e a despeito da crise, o país também teve um bom desempenho – instalou mais 830 MW, respondendo por 2% do crescimento mundial do setor no período.





7 - Itália

A Itália é o sétimo líder em energia eólica no mundo, somando 6,7 mil MW em capacidade instalada, com participação mundial de 2.8%.
Já em relação à expansão, entre janeiro e dezembro do ano passado, o país caiu para o oitavo lugar, com um total de 950 MW, o que representa 2.3% dos investimentos mundiais no período.







8 - Reino Unido

Marcando presença entre os maiores e mais agressivos mercados de eólica, o Reino Unido possui a oitava maior capacidade total instalada ao longo de 15 anos.
São 6,5 mil MW em projetos eólicos que, ao todo, respondem por 2,7% da participação mundial. Em 2011, o país registrou um aumento de 1,3 mil MW, cerca de 3,1% dos investimentos globais totais no mesmo período.





9 - Canadá

Segundo o GWEC, o Canadá é o nono país com maior capacidade eólica instalada. O país acumula um total de 5,2 mil MW, representando 2,2% do potencial mundial.
Em 2011, o Canadá apresentou a sexta maior expansão no período, com a soma de mais 1,2 mil MW, respondendo sozinho por 3,1% do crescimento mundial total no período.







10 - Portugal

Na décima posição do ranking, mas ainda entre os líderes, aparece Portugal. Sozinho, ele responde por 1.7% da capacidade de geração eólica total instalada do mundo. Ao todo, o país acumula 4 mil MW em projetos eólicos, quase o triplo da capacidade instalada do Brasil, de 1,5 mil MW.

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