sábado, 4 de fevereiro de 2012

Parabéns Macapá: 254 anos de belezas naturais

“É fácil o meu endereço, vai lá quando o sol se por, na esquina do rio mais belo, com a Linha do Equador”.  (Zé Miguel/Fernando Canto)



As paisagens naturais de Macapá, constitutivos da grande diversidade amazônica, inspiram verdadeiros espetáculos. Enumero alguns pontos interessantes que dão a ideia do grande potencial que tem e que precisam ser preservados para que a atual e as futuras gerações possam usufruir.

Lagoa dos Índios - localizada na Rodovia Duca Serra, é uma Área de Preservação Permanente – APP, sendo o habitat natural de garças e várias espécies de peixes como: acará, tamuatá, tucunaré, traíra, jandiá, anujá, matupiri, pratinhas, sarapó, etc. Completa a paisagem da lagoa, uma belíssima manada de búfalos. A lagoa dos índios, apesar de sofrer com as constantes ações de pessoas desinformadas que nela jogam detritos e lixos, é beneficiada pela presença natural de uma planta chamada aguapé, que retira e filtra as impurezas das águas, mantendo-a sempre límpida.

Curiaú - a comunidade do Curiaú fica em uma região próxima do núcleo urbano de Macapá. Sua população é formada predominantemente de negros descendentes de escravos africanos. Trata-se, na verdade, de um núcleo composto por cinco comunidades: Curiaú de dentro, Curiaú de fora, Casa Grande, Curralinho e Mocambo, que procuram manterem-se fiéis às tradições, principalmente quanto às festas, danças, culinária e crenças religiosas. O Curiaú é dotado de excepcional beleza, graças à paisagem natural que ostenta: lagos, florestas e savanas. A população que lá reside, sobrevive basicamente dos produtos extraídos da natureza: agricultura – cultivo de arroz, banana, abacaxi, cana-de-açúcar, etc, pecuária – criação do gado bubalino e outras criações domésticas (aves) e pesca.

Rio Amazonas - nasce nos Andes Peruanos, com o nome de Solimões, até receber o Rio Negro em Manaus, quando passa a denominar-se Amazonas. Tem sua foz no litoral norte brasileiro, onde descarrega o maior volume de água doce no oceano Atlântico. Durante o seu percurso, o rio transporta muitos sedimentos, que deram origens a diversas ilhas em sua foz, como a Ilha do Marajó, com 48 mil Km2, que é a maior ilha fluvial marinha do mundo em contato com o oceano. Há também as Ilhas Cavianas e Mexiana, dentre outras. A foz do rio Amazonas é mista: delta estuário.





Parque Zoobotânico - oferece aos visitantes, exemplares variados da fauna amazônica, representada por onças, antas, capivaras, veados, macacos, jacarés, jabutis, aves (jaburu), pássaros, peixe boi, dentre outras; e da flora, com espécies arbóreas nativas e exóticas. Atualmente, encontra-se fechado à visitação, devido reformas e adaptação para receber novos animais capturados por contrabando e abandono.



Casa do Artesão – está situada na Avenida Azarias Neto, na frente da cidade. Lá se encontra o melhor do artesanato amapaense, destacando-se os objetos em madeira; artigos em vime; objetos de cerâmica revestidos com pó de manganês, além de trabalhos em papel reciclado e artefatos indígenas.


Trapiche Eliezer Levy: Recentemente reinaugurado pelo Governo do PSB, situa-se em frente da cidade. Totalmente refeito em concreto puro, com 366 metros de comprimento (74 metros a menos do que o anterior), o trapiche conta com uma loja e um bondinho para o lazer do público.




Sambódromo: construído com a finalidade de servir de oficina de artes populares: dança, música, cozinha regional, artesanato, fabricação de bonecos e adereços, planejamento de carnaval e outros, o sambódromo é mais uma das opções culturais da cidade.











Marco Zero do Equador: O novo prédio do ponto turístico Marco Zero do Equador foi inaugurado em julho de 1987 e dispõe de um moderno prédio arquitetônico, projetado para funcionar com serviços de restaurante, salão de recepções, bar, galeria de arte e loja de artesanato. O monumento do Marco Zero do Equador fica a 2 km do centro da cidade de Macapá, única no Brasil a ser cortada pela linha do Equador.
Quem visita este local, pode dispor do privilégio de pisar, ao mesmo tempo nos dois hemisférios e ainda, apreciar as belezas da cidade. Um cenário bonito e curioso pode ser visto no amplo terraço do monumento, através do obelisco, de onde se pode observar o equinócio, momento no qual ocorre o perfeito alinhamento do centro da Terra com o Sol, o que possibilita perfeita contemplação do sol. Neste instante, registra-se uma igual duração do dia e da noite. Somente a cada dois anos acontece este fenômeno. 
No dia 21 de março, ocorre o chamado “equinócio de primavera”, quando o sol passa do hemisfério sul para o hemisfério norte, marcando o início da primavera e no dia 23 de setembro, o chamado “equinócio de outono”, ocasião que o sol passa do hemisfério norte para o hemisfério sul, definindo, portanto, o início do outono.



Estádio Zerão: este estádio, construído nas adjacências do Marco Zero, não poderia receber outro nome. À primeira vista, pode-se pensar que se trata de um estádio comum, mas o que chama a atenção para sua construção é que a linha que divide os dois campos de jogo foi traçada exatamente obedecendo à linha do Marco Zero do Equador, o que divide o campo, também, imaginariamente em dois hemisférios.
Atualmente, encontra-se em reforma e ampliação, que contará de uma nova e maior arquibancada, vestiário, área de estacionamento interna e externa, locais para bares e salas para funcionamento de entidades esportivas.



Fortaleza de São José de Macapá: situa-se à margem esquerda da foz do rio Amazonas, em frente à cidade de Macapá, capital do Estado do Amapá. É o mais belo, imponente e sólido monumento militar do Brasil.



Fazendinha: apesar do nome, pouco ou nada tem das características de uma fazenda, fica a 16 km da capital. Não obstante haver crescido em termos populacionais e, ainda, modificado bastante sua estrutura, adquirindo feições mais urbanas, ainda não possui autonomia econômica nem administrativa, sendo considerada Distrito do Município de Macapá. De encontro a este pensamento, coexistem as inúmeras tentativas de alguns políticos do local, os quais, se dizendo portadores dos anseios da população, vêm lutando por sua emancipação.
O que chama a atenção na localidade é, de fato, o Balneário, o qual conta com estrutura moderna, oferecendo aos visitantes, em seus bares e restaurantes, comidas típicas da região. Fazendinha é bastante frequentada durante o mês de julho, por ocasião do Macapá Verão, evento que proporciona, além da diversão ao banhista, informações sobre a limpeza e conservação do balneário, orientações à saúde, operações de salvamento etc.

www.etur.com.br




Letra da música: Meu endereço - Zé Miguel e Fernando Canto

Meu endereço é bem fácil
É ali no meio do mundo
Onde está meu coração
Meus livros, meu violão
Meu alimento fecundo
A casa por onde paro
Qualquer carteiro conhece
É feita de sonho e linha
Que brilha quando anoitece
Na minha casa se tece
Mesura na luz do dia
Pra afugentar quebranto
Na hora da fantasia
É fácil o meu endereço
Vá lá quando o sol se por
Na esquina do rio mais belo
Com a linha do equador

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Reabertura do Museu Sacaca - Macapá/AP

O Museu Sacaca é uma instituição cultural e científica localizada na cidade de Macapá, capital do Estado do Amapá.

Depois de passar por ampliação e revitalização, o Museu Sacaca, que tem por objetivo manter viva a história e a cultura dos povos amazônicos, está reaberto à visitação pública.







O museu tem por objetivo promover ações museológicas de pesquisa, preservação e comunicação, abrangendo o saber científico e o saber popular dos povos amazônicos. Tem como destaque maior o circuito expositivo a céu aberto, construído com a participação das comunidades indígenas, ribeirinhas, extrativistas e produtoras de farinha do Estado.





O museu desenvolve suas atividades em um conjunto de edificações dispersas por uma área verde de 12.000 metros quadrados, banhada por um pequeno rio, localizada no bairro do Trem, na zona centro-sul de Macapá. É neste espaço que se encontra a exposição permanente a céu aberto, que tem por finalidade retratar os principais ambientes amazônicos e, sobretudo, o modo de vida das comunidades tradicionais do Amapá. Compõem o circuito expositivo: a Cada dos Índios Waiãpi, a Casa dos Índios Palikur, o Barco Regatão, o Sítio Arqueológico do Maracá, a Praça do Pequeno Empreendedor Popular, a Praça do Sacaca, a Casa da Farinha, a Casa da Fitoterapia e a Casa dos Ribeirinhos. O rio que corta o terreno serve para a criação de peixes da região e estudos sobre recursos hídricos e potencial pesqueiro.

O acervo do museu, bastante diversificado, reúne peças de interesse científico, abrangendo zoologia (com destaque para a coleção entomológica), botânica e microbiologia, artefatos históricos, etnográficos, arqueológicos e artísticos, adquiridas através de doações, coletas e aquisições, além de fototeca e biblioteca.
















agenciaamapa.com.br/wikipedia

Desenvolvimento sustentável: crítica ao modelo padrão

Os documentos oficiais da ONU e também o atual rascunho para a Rio+20 encamparam o modelo padrão de desenvolvimento sustentável: deve ser economicamente viável, socialmente justo e ambientalmente correto. É o famoso tripé chamado de Triple Botton Line (a linha das três pilastras), criado em 1990 pelo britânico John Elkington, fundador da ONG SustainAbility. Este modelo não resiste a uma crítica séria.
Desenvolvimento economicamente viável – Na linguagem política dos governos e das empresas, desenvolvimento equivale ao Produto Interno Bruto (PIB). Ai da empresa e do país que não ostentem taxas positivas de crescimento anuais! Entram em crise ou em recessão com consequente diminuição do consumo e geração de desemprego. No mundo dos negócios, o negócio é ganhar dinheiro, com o menor investimento possível, com a máxima rentabilidade possível, com a concorrência mais forte possível e no menor tempo possível.
Quando falamos aqui de desenvolvimento não é qualquer um, mas o realmente existente que é aquele industrialista/capitalista/consumista. Este é antropocêntrico, contraditório e equivocado. Explico-me.
É antropocêntrico, pois está centrado somente no ser humano, como se não existisse a comunidade de vida (flora e fauna e outros organismos vivos), que também precisa da biosfera e demanda igualmente sustentabilidade. É contraditório, pois desenvolvimento e sustentabilidade obedecem a lógicas que se contrapõem. O desenvolvimento realmente existente é linear, crescente, explora a natureza e privilegia a acumulação privada. É a economia política de viés capitalista. A categoria sustentabilidade, ao contrário, provém das ciências da vida e da ecologia, cuja lógica é circular e includente. Representa a tendência dos ecossisstemas ao equilíbrio dinâmico, à interdependência e à cooperação de todos com todos. Como se depreende, são lógicas que se autonegam: uma privilegia o indivíduo, a outra o coletivo, uma enfatiza a competição, a outra a cooperação, uma a evolução do mais apto, a outra a coevolução de todos interconectados.
É equivocado, porque alega que a pobreza é causa da degradação ecológica. Portanto, quanto menos pobreza, mais desenvolvimento sustentável haveria e menos degradação, o que é equivocado. Analisando, porém, criticamente, as causas reais da pobreza e da degradação da natureza, vê-se que resultam, não exclusiva, mas principalmente, do tipo de desenvolvimento praticado. É ele que produz degradação, pois dilapida a natureza, paga baixos salários e gera assim pobreza.
A expressão desenvolvimento sustentável representa uma armadilha do sistema imperante: assume os termos da ecologia (sustentabilidade) para esvaziá-los. Assume o ideal da economia (crescimento), mascarando a pobreza que ele mesmo produz.
Socialmente justo – Se há uma coisa que o atual desenvolvimento industrial/capitalista não pode dizer de si mesmo é que seja socialmente justo. Se assim fosse não haveria 1,4 bilhão de famintos no mundo e a maioria das nações na pobreza. Fiquemos apenas com o caso do Brasil. O Atlas Social do Brasil de 2010 (Ipea) refere que cinco mil famílias controlam 46% do PIB. O governo repassa anualmente R$ 125 bilhões para o sistema financeiro para pagar com juros os empréstimos feitos e aplica apenas R$ 40 bilhões para os programas sociais que beneficiam as grandes maiorias pobres. Tudo isto denuncia a falsidade da retórica de um desenvolvimento socialmente justo, impossível dentro do atual paradigma econômico.
Ambientalmente correto – O atual tipo de desenvolvimento se faz movendo uma guerra irrefreável contra Gaia, arrancando dela tudo o que lhe for útil e objeto de lucro, especialmente para aquelas minorias que controlam o processo. Em menos de quarenta anos, segundo o Índice Planeta Vivo da ONU (2010), a biodiversidade global sofreu uma queda de 30%. Apenas de 1998 para cá, houve um salto de 35% nas emissões de gases de efeito estufa. Ao invés de falarmos nos limites do crescimento, melhor faríamos se falássemos nos limites da agressão à Terra.
Em conclusão, o modelo padrão de desenvolvimento que se quer sustentável, é retórico. Aqui e acolá se verificam avanços na produção de baixo carbono, na utilização de energias alternativas, no reflorestamento de regiões degradadas e na criação de melhores sumidouros de dejetos. Mas reparemos bem: tudo é realizado desde que não se afetem os lucros, nem se enfraqueça a competição. Aqui a utilização da expressão “desenvolvimento sustentável” possui uma significação política importante: representa uma maneira hábil de desviar a atenção para a mudança necessária de paradigma econômico se quisermos uma real sustentabilidade. Dentro do atual, a sustentabilidade é, ou localizada, ou inexistente.

Envolverde, - via Leonardo Boff: autor do livro Sustentabilidade: o que é e o que não é. Editora Vozes, 2012.

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Isso é legal: Ideias sustentáveis

Londres ganha lixeiras high tech que transmitem notícias

Diariamente, das 6h às 23h59, os novos aparelhos de coleta seletiva reproduzem informações do mercado financeiro, de cultura e arte, generalidades e previsões do tempo.

A cinco meses daquela que promete ser a Olimpíada mais verde já realizada no mundo, Londres estreou um moderno e inovador sistema de coleta seletiva – são 25 lixeiras inteligentes equipadas com duas telas LCD uma em cada lado, que são sensíveis ao toque e transmitem notícias em tempo real.
Instaladas na última semana, as novas lixeiras de coleta seletiva reproduzem, diariamente, das 6h às 23h59, informações do mercado financeiro, de cultura, esporte, entretenimento, meio ambiente e generalidades, que se intercalam com as previsões do tempo. O conteúdo será fornecido pela revista The Economist e pela London Stock Exhchange, entre outros veículos britânicos de prestígio.

Até junho, mais 50 aparelhos devem ser distribuídos pela capital inglesa. Há planos, inclusive, de garantir conectividade Wi-Fi na temporada dos jogos olímpicos. A ideia por trás da atratividade do aparelho é uma só: aumentar a taxa de reciclagem na cidade, chamando a atenção da população.
Agora, a empreitada não sai barato. De acordo com o jornal britânico Mail Online, a fabricação e instalação de cada unidade da lixeira high tech custa 30 mil libras (cerca de 82 mil reais). Ainda segundo o periódico, a novidade já despertou interesse de outras cidades, como Tóquio e Manhattan, que estudam implementar as lixeiras em suas ruas.

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Empresa inova e cria tecnologia sustentável

No Espírito Santo, engenheiro sanitário cria solução para a reutilização de água em prédios.

Desde que se formou em engenharia sanitária, em 1984, Ricardo Franci busca soluções para o reaproveitamento da água. Com o crescente risco da falta desse produto, ele usou seu conhecimento em engenharia de tratamento de águas e controle da poluição para desenvolver uma tecnologia própria para o reuso em prédios comerciais e residenciais.
A técnica começou a ser desenvolvida na Universidade Federal do Espírito Santo (UFES), onde Franci é professor, e difundida a partir de 2000, quando ele fundou a Fluir Engenharia Ambiental, localizada no município de Vila Velha (ES). “Já implantamos o nosso sistema em 15 edificações. A economia chega a 30% em prédios residenciais e a 50%, em comerciais”, afirma.
De acordo com o engenheiro, as ideias amadureceram depois que ele concluiu o doutorado na França. “Lá, trabalhei com sistemas de esgoto, tema que me fez desenvolver conceitos voltados para a nossa realidade. Hoje, temos mais tecnologia na reutilização da água que os europeus”, explica.
“Atualmente, no Brasil, são 19 regiões metropolitanas sob estresse hídrico, ou seja, falta de água nas grandes áreas urbanas. Por isso, nosso projeto de sustentabilidade tem feito tanto sucesso e já representa cerca de 40% dos negócios de nossa empresa. É nosso carro-chefe”, revela Franci.
A água da chuva ou consumida em chuveiros, pias, tanques e lavatórios é canalizada para um tanque localizado no subsolo do prédio e depois bombeada para uma estação de tratamento na cobertura. Após ser tratada, a água é reutilizada nas descargas sanitárias, jardinagem, lavagens de carros e limpeza dependências do edifício.

http://exame.abril.com.br

Receitas caseiras preservam o meio ambiente

Aprender novas receitas de sabão caseiro é sempre muito bom, afinal, além de saber a qualidade do produto, dá até para economizar dinheiro. Por isso, com ajuda do blog Verde Ambiente reunimos algumas receitas de sabão líquido, detergente, desinfetante e até amaciante para roupas. O blog também tem algumas receitas de sabão caseiro feito com óleo usado, confira:









Receita 1 – Sabão Caseiro
Ingredientes:
  • 750 ml de azeite ou óleo de cozinha (aquecido ou morno)
  • 250 gramas de soda cáustica
  • 750 ml de álcool – pode ser de posto
  • 500 ml de água – (para usar na primeira etapa)
  • 13 litros de água – (para usar na etapa final) – deve ser água sem cloro que pode ser água da chuva, de fontes ou cisternas.
  • 30 ml de essência do gosto ou a mais tradicional de coco ou erva doce.

Preparo:
  • Dilua primeiro a soda em meio litro de água agitando com cuidado pelo menos por 5 minutos.
  • Adicione o álcool e o óleo (morno) e mexa por uns 10 minutos.
  • Adicione os 13 litros de água aos poucos e vai mexendo sempre por mais 10 minutos.
  • Adicione a essência ou pode deixar sem se preferir.
  • Embale, tampe bem e identifique a embalagem com a data de fabricação – validade de 6 meses.
  • Rendimento: 15 litros.

Sabão líquido para louça
Ingredientes:
  • 2 litros de água
  • 1 sabão caseiro ralado
  • 1 colher de Óleo de Rícino
  • 1 colher de Açúcar.

Preparo:
  • Ferver todos os ingredientes até dissolver e engarrafar.

Detergente ecológico
Ingredientes:
  • 1 pedaço de sabão de coco neutro
  • 2 limões
  • 4 colheres de sopa de amoníaco (que é biodegradável)

Preparo:
Derreta o sabão de coco, picado ou ralado, em um litro de água. Depois, acrescente cinco litros de água fria. Em seguida,esprema os limões. Por último, despeje o amoníaco e misture bem. Guarde o produto resultante em garrafas e utilize-o no lugar dos similares comerciais. Você obterá seis litros de um detergente que limpa, não polui, cujo valor econômico é incomparavelmente menor do que o do similar industrializado.

Detergente ecológico multiuso
Ingredientes:
  • Água
  • Vinagre
  • Amônia líquida (amoníaco)
  • Bicarbonato de sódio e ácido bórico

Preparo:
Em um litro de água morna (cerca de 45º C), coloque uma colher de sopa de vinagre, uma colher de sopa de amoníaco,uma colher de sopa de bicarbonato de sódio e uma colher de sopa de bórax ou ácido bórico. o Utilize em qualquer tipo de limpeza, em substituição aos multiusos convencionais. o Como qualquer produto de limpeza convencional, mantenha os detergentes ecológicos fora do alcance de crianças e animais domésticos. Fonte: Planeta na Web.

Desinfetante para banheiro
Ingredientes:
  • 1 litro de Álcool (de preferência 70º)
  • 4 litros de água
  • 1 Sabão Caseiro
  • Folhas de Eucalipto

Preparo:
Deixar as folhas de eucalipto de molho no álcool por 2 dias. Ferver 1 litro de água com o sabão ralado, até dissolver. Juntar a água e a essência de eucalipto. Engarrafar.

Amaciante para roupas
Ingredientes:
  • 5 litros de Água
  • 4 colheres de Glicerina
  • 1Sabonete ralado
  • 2 colheres de sopa de Leite de Rosas.

Preparo:
Ferver 1 litro de água com o sabonete ralado até dissolver. Acrescentar mais 4 litros de água fria, as 4 colheres de glicerina e as 2 colheres de Leite de Rosas. Mexer bem até misturar e depois engarrafar.

http://verdeambiente.wordpress.com

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Ecotecnologias

Designers projetam janela-jardim para apartamentos

Solução busca levar um pouco de verde e ar fresco para a vida entre quatro paredes.

Quem mora em apartamento pode, muitas vezes, sentir falta do contato da natureza, já que nem sempre é fácil montar um jardim ou manter vasos de plantas em um espaço tão limitado. Pensando nisso, um grupo de designers chegou a uma solução curiosa: eles criaram uma janela capaz de abrigar um jardim inteiro, do teto ao chão.
O projeto, chamado de “Plant Window” funciona como uma cortina que filtra a luz e ainda garante um toque verde ao ambiente. A ideia segundo seus criadores, os designers Jianxing Cai, Chao Chen, Qi Wang, & Jiang Wu, é mudar a visão rotineira que os moradores costumam ter da rua (ou do prédio vizinho), dando lugar a uma paisagem natural.
A janela, que funciona como uma estufa, também ajuda a manter o clima e a temperatura dos cômodos sempre agradáveis. E, claro, a escolha das espécies de plantas e flores fica ao cargo do freguês.
É cada vez mais comum o surgimento de soluções que buscam levar um pouco de verde e ar fresco para a vida na cidade. Outro exemplo que chama atenção vem da dupla de designers alemãs Charlotte Dieckmann e Nils Ferber, que idealizaram o Parasite Farm, um sistema de agricultura para ambientes internos.

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Empresa cria dock para iPod com plástico reciclado

iBamboo Urban usa tecnologia acústica para ampliar o som do seu dispositivo iOS sem precisar de nada eletrônico.

Já existe uma dock da iBamboo feita, literalmente, de tubos de bambu. Para aqueles que não gostaram tanto do material, será lançado uma dock semelhante, que usa plástico reciclado como matéria-prima.
O gadget usa tecnologia acústica para ampliar o som do seu dispositivo iOS sem precisar de nada eletrônico. O lançamento manterá o pensamento verde da iBamboo original, apenas dando mais opções para quem se interessar pela dock. O plástico pode ser transparente e preto.
O material, diferentemente do bambu, dá um som um pouco mais seco que o do gadget original e ainda está em fase de protótipo. Não há previsão para início das vendas da iBamboo Urban, mas ela deve custar em torno de 29 dólares.

http://exame.abril.com.br

GADGETS VERDES

Você já deve ter ouvido falar em gadgets verdes por aí, mas ainda não descobriu do que exatamente se trata o termo. Mediante a essa situação de aquecimento global, dentre outros problemas ambientais, muitas empresas e ativistas começam a adotar ideias e medidas preventivas. Hoje em dia passamos por um momento de muito desperdício e falta de consciência, atualmente, 50 milhões de toneladas de lixo eletrônico são produzidos por ano. A fabricação de PCS e de Gadgets provocam um consumo exagerado de energia, e eu digo a produção mesmo, pois com o uso em si, o consumo não é tão grande.

Algumas pesquisas comprovam que 73% das companhias brasileiras estão dispostas a aderir a essas iniciativas, como por exemplo, o Google, que já investe em melhorias nos seus aparelhos que consomem muita energia. A Philips também, a partir de agora, vai adotar o E-POS Card, que passa a ser uma etiqueta eletrônica na tela da TV, ao invés de desperdiçar papéis grudados explicando os dados do produto.

O Greenpeace já pôs em prática algumas medidas verdes, uma espécie de monitoramento que visa analisar o comportamento das empresas quanto a esses problemas. Eles observam 3 tipos de medidas que devem ser tomadas: eliminação de substâncias tóxicas dos produtos, coleta e reciclagem de aparelhos obsoletos e esforço pra reduzir o impacto ambiental. Essas empresas recebem uma nota de 0 a 10 dependendo de como tomam essas medidas, se são devidamente respeitadas. A Nokia lidera o ranking desse monitoramento, enquanto a Nintendo se recusa a participar do movimento. Considera-se extremamente importante que as empresas se preocupem com esse tipo de posicionamento, pois 84% dos consumidores preferem comprar algo se souberem que o fabricante respeita o meio ambiente.

No fim da história, o que quero dizer é que Gadgets verdes são gadgets ecologicamente corretos e preocupados com o meio ambiente. São aparelhos fabricados da melhor forma possível sem agredir nosso planeta, como por exemplo, essas baterias que podem ser carregadas a luz solar, novas TVS, notebooks que têm um consumo de energia absurdamente baixo. Vários designers, engenheiros e inventores já estão trabalhando para uma gama cada vez maior de gadgets verdes inovadores.

www.comprafacil.blog.br







Confira alguns gadgets que seguem essa linha de menor impacto ambiental, a maioria deles pode ser comprado pela internet.



1 - HD externo
A Sansung lançou uma série de HDs externos ecológicos feitos sem halogênios (grupo químico formado por flúor, cloro, bromo, iodo, astato e ununséptio - este último é radioativo). Os discos rígidos, que armazenam entre 250 GB e 640 GB, venceram a categoria Computer Equipment do Gold Award por conta da composição, do baixo consumo de energia e por serem silenciosos.

2 - Teclado e mouse
A fim de reduzir o uso do plástico na produção de mouses e teclados, a marca Chinavasion criou acessórios feitos de bambu. Além de maleável, a madeira do bambu possui atrativos ecológicos, pois cresce rápido e realiza um bom trabalho de mitigação de carbono. O conjunto possui entradas USB e pode ser adquirido por pouco mais de R$ 55 no site da empresa.

3 - Tablet
A impressão do papel é um dos grandes vilões da exploração madeireira e para driblar o gasto desnecessário de folhas, a empresa NoteSlate lançará um tablet do tamanho de um A4 com o objetivo de substituir blocos e cadernos de anotações. O gadget é da espessura de um papelão (6 mm) e pode ser escrito com uma caneta de tinta virtual.
Com memória de até 32GB, o "caderno" digital possui três botões laterais com funções de salvar, deletar e passar as páginas. A novidade é que também dá para ouvir música, o tablet possui entrada USB e fones, e uma bateria de 180 horas de duração.

4 - Pen drive
Plástico ou papel, o que é melhor para o planeta? Na dúvida há pessoas que preferem usar dos dois. A Artledev lançou um projeto de pendrive feito de papel com capacidade de 4, 8 e 16GB. O produto não está à venda, mas serve de inspiração para que mais novidades sustentáveis surjam no mundo eletrônico.

www.ecodesenvolvimento.org.br

Notícias Florestais

Floresta Amazônica é mapeada em detalhes sem precedentes

Projeto usa avião para fazer imagens em três dimensões da selva e medir sua biodiversidade.


Um projeto chamado Carnegie Airborne Observatory acaba de produzir um mapa com detalhes sem precedentes da Floresta Amazônica. Instalado em uma avião bimotor voando a 5 mil metros de altitude, um equipamento conhecido como Lidar lança raios laser nas copas das árvores abaixo 400 mil vezes por segundo, gerando uma imagem em três dimensões da selva. Junto a ele, um espectrômetro mantido a -131 graus Celsius mede a biodiversidade da mata, registrando em cores vivas as propriedades químicas e óticas.

“A tecnologia que temos aqui nos dá pela primeira vez uma visão da Amazônia em detalhes em três dimensões ao longo de regiões muito grandes”, contou o ecologista Greg Asner, líder da pesquisa para a Carnegie Institution for Science, baseada na Universidade de Stanford, ao jornal britânico “Guardian”. - Esse é o tipo de informação crítica que falta para o gerenciamento destes sistemas, sua conservação e o desenvolvimento de políticas para melhor usar a Bacia Amazônica como fonte de recursos enquanto ao mesmo tempo protegemos o que ela tem em termos de diversidade biológica.
Além de medir como o ecossistema da floresta está reagindo à seca de 2010, a maior já registrada na região, o projeto monitora o desmatamento e degradação da Amazônia, revelando um alto grau de biodiversidade desde a borda dos Andes até as planícies da bacia. Os dados também serão fundamentais para subsidiar o REDD (sigla em inglês para “redução de emissões do desmatamento e degradação das florestas”), acordo em negociação no âmbito das Nações Unidas que pretende compensar financeiramente países para que mantenham suas matas em pé.
“O REDD não pode existir sem dados cientificamente monitorados dos estoques de carbono” explicou Asner.

http://oglobo.globo.com

Projeto de lei sobre Redd+ está pronto para ser votado no Senado

Um projeto de lei que normatiza mecanismos já previstos em fóruns mundiais de meio ambiente, como a Redução de Emissões por Desmatamento, Degradação, Conservação e Manejo Florestal (Redd+), por exemplo, já está pronto para ser votado na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado a partir desta quarta-feira, 1º de fevereiro, quando os trabalhos legislativos serão retomados.

De autoria do senador Eduardo Braga (PMDB-AM), a proposta (PLS 212/2011) não foi incorporada ao texto do projeto de lei que altera o Código Florestal Brasileiro, então, será analisada separadamente. A previsão, na Câmara, é que as alterações feitas no projeto do Código Florestal pelos senadores ao parecer do então relator e atualmente ministro do Esporte, Aldo Rebelo (PCdoB-SP), sejam analisadas e votadas na primeira semana de março.
O projeto de Eduardo Braga prevê, entre outras medidas, a repartição de benefícios da Redd+ entre quem contribuir com a preservação das florestas, em especial, onde vivam populações tradicionais e indígenas. Braga ressaltou que o texto estabelece a compatibilidade dessas ações com a proteção e conservação dos ecossistemas naturais, dos serviços ambientais e da diversidade biológica.
Segundo ele, há recursos para essas ações nos grupos de países doadores que podem chegar a US$ 100 bilhões até 2020. Além disso, o senador lembrou que o Fundo Amazônia pode contar com R$ 1 bilhão até 2014 e o Fundo Nacional sobre Mudanças do Clima, com R$ 1 bilhão ao ano. Eduardo Braga observou ainda que outra fonte de captação de recursos são os investimentos privados.
Com o objetivo de evitar a dupla contabilidade das redução nas emissões, o projeto de lei prevê um sistema nacional de registro, uma vez que, segundo o parlamentar, deve haver uma parceria entre a União, estados e municípios na elaboração da Redd+.
Para captar os recursos que permitirão as ações de redução, o projeto define o uso de parte do Fundo Nacional sobre Mudanças do Clima, do Fundo Amazônia, Fundo Nacional de Meio Ambiente e do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Floresta. Além disso, viabiliza acordos sobre clima firmados pela União ou pelos estados.
O projeto de lei permite também o uso de doações feitas por entidades nacionais e internacionais de origem pública ou privada e a comercialização de créditos de carbono.

http://www.ecodesenvolvimento.org.br

2012, O Ano da Morte ou da Ressurreição

A sociedade brasileira está mais ambientalista. E continuará assim em 2012. Basta olhar a dinâmica do último pleito para presidente da República. Pela primeira vez e por demanda da sociedade, as questões socioambientais assumiram um lugar de destaque nas campanhas políticas. Entre os temas debatidos pelos candidatos, estava a reforma do Código Florestal. A então candidata Dilma Rousseff chegou a se comprometer formalmente em vetar qualquer dispositivo de retrocesso na lei florestal.
O interesse na revisão do Código Florestal não é à toa. Trata-se de uma das leis ambientais mais importantes do país. A partir do código,  houve motivação para a construção de todo o arcabouço normativo socioambiental que, hoje, define os parâmetros e diretrizes para o ordenamento territorial, a conservação da biodiversidade e o uso dos recursos florestais. No entanto, o código precisa ser renovado e modernizado. Nesta atualização, é necessário buscar a tão falada segurança jurídica no meio rural. Incentivar a conservação e o uso sustentado de recursos florestais.
Em 2012, este documento tão importante poderá se tornar um código morto, caso perca a sua essência: uma lei florestal. No senado, o debate produziu avanços no texto da lei que veio da Câmara. Contudo, o Código Florestal ainda é um paciente moribundo. Por exemplo, o novo texto ainda permite uma redução em até 80% da recomposição das Áreas de Preservação Permanente (APP) nas margens de rios, em todo o Brasil, inclusive naquelas com até 10 metros de largura. Segundo vários cientistas ancorados pela sociedade Brasileira, para o Progresso da Ciência (SBPC), tal medida causará um impacto significativo em mais de 50% de toda a malha hídrica do país. Considerando as bacias hidrográficas mais criticas, onde menos de 10% da APP está presente, o impacto de tal medida sobre a qualidade da água será desastroso.
Mas a morte do Código Florestal será mesmo concretizada se aqueles que desmataram conscientemente e ilegalmente forem perdoados. Uma anistia ampla e irrestrita será um péssimo sinal para a sociedade. Passará a ideia de que crimes ambientais cometidos no futuro poderão ser perdoados por meio de um novo afrouxamento da lei. A ressurreição do Código Florestal, em 2012, somente se dará se a anistia não prosperar. Os caminhos para isso são claros e já externados em diferentes momentos de debate. A alteração da data limite para a regularização mediante compensação de reserva legal das áreas desmatadas de dezembro de 1998 para julho de 2008 poderia evitar o perdão irrestrito.
Além disso, ao código será necessária a incorporação de incentivos positivos para aqueles que buscam a conservação florestal e a redução do desmatamento. A norma deve abrigar programas de pagamento por serviços ambientais para agricultura familiar e incentivos econômicos para aqueles que querem proceder com a compensação de reserva legal em áreas prioritárias para conservação. Deve também incluir estímulos a uma estratégia nacional que deem guarida a mecanismos como o de REDD ( Redução de Emissão de Desmatamento e Degradação Florestal), atualmente sendo debatido no âmbito da ONU.
Neste sentido, o código ainda deverá dar suporte à regularização do mercado Brasileiro de Redução de emissões, viabilizando assim um mercado para as ações de recomposição florestal de APP e reserva legal (desmatamento até julho de 2008). Seria uma contribuição importante para o cumprimento das metas nacionais de redução de emissões de gases de efeito estufa previstas na politica nacional de Mudança Climática. Dependendo das escolhas, o congresso nos brindará com a morte do Código Florestal ou com a possibilidade de este ressurgi com mais força naquilo que é o seu objetivo máximo: a proteção de nossas florestas e o uso sustentável de seus recursos.

http://ipam.org.br

WWF elogia novo relatório da ONU sobre sustentabilidade

ONG apoia os pedidos de mudanças na economia feitos pela organização, mas defendeu também a criação de compromissos obrigatórios.

O Fundo Mundial para a Natureza (WWF) elogiou o relatório da ONU sobre sustentabilidade, o qual exige um novo desenho da economia mundial, mas solicitou que tais recomendações sejam transformadas em compromissos obrigatórios para que possam firmar uma efetiva mudança.
O relatório é muito forte e nos surpreendeu. Faz uma chamada para as grandes reformas econômicas que achamos totalmente necessárias e, por isso, pedimos que estas sejam transformadas em compromissos obrigatórios', afirmaram à Agência Efe fontes do WWF.
O secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, apresentou nesta segunda-feira em Adis-Abeba, na Etiópia, o relatório 'Gente resistente, planeta resistente: vale à pena escolher este futuro'. O texto, criado pela ONU, sugere um novo desenho da economia mundial e apresenta um maior comprometimento com o equilíbrio sustentável da Terra.
Segundo o relatório, antes de 2030, o mundo deveria dobrar sua produtividade, porém, reduzindo o consumo de recursos naturais. Para isso, os Governos deveriam implementar políticas fiscais de estímulo das energias renováveis e suprimir os subsídios às energias fósseis, entre outras medidas.
'A WWF se felicita com o relatório pelo incentivo do consumo responsável, por tramitar recursos de forma sustentável e, principalmente, porque convoca os líderes políticos a criar as condições necessárias para permitir uma 'Revolução Verde no século 21'', declarou a organização.
'É a primeira vez que líderes políticos são convocados para essa revolução. Tudo está muito bem, mas essas afirmativas devem ser concretizadas', acrescentaram as fontes.
O relatório foi redigido por 22 especialistas, que formaram um painel internacional presidido pela presidente da Finlândia, Tarja Halonen, e o presidente da África do Sul, Jacob Zuma, e pretende ser uma das principais ferramentas de trabalho na Cúpula da Terra Rio+20, que será realizada no Rio de Janeiro, de 20 a 22 de junho. Segundo a WWF, o texto é um 'digno sucessor' do relatório 'Nosso futuro comum', que serviu de base para a primeira Cúpula da Terra Rio 1992, e 'é considerado por muitos como o início do movimento mundial em prol do meio ambiente'.
Entre outros anúncios alarmantes, o relatório afirma que, apesar de já estarmos excedendo a capacidade da Terra, vamos precisar de 50% a mais de comida, 45% de energia e 30 % de água já no ano de 2030.
'No painel, participaram representantes da África do Sul, Brasil, Estados Unidos, a Comissão Europeia, etc. Eram pesos pesados e, por isso, nos faz pensar que o relatório vai ter transcendência em suas opções políticas e que tomarão posições progressistas na Rio+20'.
O WWF considera que a cúpula de Rio deve firmar um acordo que realmente questione as bases do sistema atual e tome as medidas necessárias para reverter uma situação que muitos chamam de insustentáveis.
Por outro lado, a WWF lamenta que o relatório não faça insistência suficiente para evidenciar as consequências sociais que nosso atual sistema atual de consumo possui.
'Para que haja uma mudança real, devemos levar em conta os aspectos sociais, como a erradicação da pobreza, a igualdade de gênero, a distribuição dos recursos, o avanço da educação e a criação de emprego. As recomendações têm que unir o bem-estar social com a saúde meio ambiental', concluíram. 

http://exame.abril.com.br
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