terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Justiça manda Ronaldinho Gaúcho reparar dano ambiental

A Justiça do Rio Grande do Sul mandou o atacante Ronaldinho Gaúcho, do Flamengo, reparar supostos danos ambientais resultantes da construção de uma casa em Porto Alegre.

De acordo com o Ministério Público, um trapiche de 142 metros e uma plataforma para pesca foram erguidos dentro de um lago sem as devidas licenças ambientais.

Também afirma que um córrego foi canalizado indevidamente e que pode ter havido corte ilegal de vegetação. A área, diz a ação, é de preservação permanente.

O irmão e empresário Roberto Assis também consta como réu na ação.

As supostas irregularidades na construção foram cometidas a partir de 2009. Segundo a Promotoria, os responsáveis foram avisados dos problemas ambientais e mesmo assim levaram adiante a obra. A propriedade fica na área que era de um clube de tênis da cidade.

Na liminar em que determina a remoção do trapiche, o juiz Mauro Caum Gonçalves afirma que tudo foi construído "por mero capricho dos réus". Gonçalves determinou a demolição da plataforma e da canalização do córrego em até 30 dias.

Ele estipulou uma multa de R$ 10 mil por dia na decisão, caso as medidas não sejam tomadas, e justificou afirmando que é "amplamente divulgado na mídia o alto valor" recebido por Ronaldinho nos clubes em que atuou.

O advogado da família Assis disse hoje desconhecer o processo. Ronaldinho está na Bolívia, onde o Flamengo vai enfrentar o Real Potosí pela Pré-Libertadores na quarta-feira.

Dentro de campo, o jogador passa por um momento turbulento. Primeiro está para receber mais de R$ 3 milhões do clube carioca e ainda entrou em conflito com o técnico Vanderlei Luxemburgo.

Não é a primeira vez que um empreendimento do jogador é alvo de questionamentos por problemas ambientais em Porto Alegre. Em 2008, o Instituto Ronaldinho Gaúcho, que atendia crianças carentes, teve que compensar o município devido ao corte irregular de vegetação.

No fim do ano passado, vereadores tentaram criar uma CPI em Porto Alegre para investigar supostas irregularidades em convênios entre o instituto e o município.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

7 incríveis projetos de energia solar no mundo

Quando se pensa em energia solar, a primeira imagem que surge é, em geral, a de painéis instalados no telhado de uma casa. Mas há usos mais audaciosos mundo a fora, como mostra esta seleção de mega projetos. Confira:

Solar Powered Office Complex

Em formato de leque, esta estrutura que se assemelha a um relógio é o maior edifício comercial alimentado por energia solar no mundo. Localizado em Dezhou, na província de Shandong, noroeste da China, o prédio de 75 mil metros quadrados de área abriga um hotel, centros de exposição, laboratórios de pesquisa e desenvolvimento científicos e espaçosas salas para reunião e treinamento.
Com uma cobertura de painéis solares de 5 mil metros quadrados, o edifício tem 95% de suas necessidades energéticas proveniente dessa fonte renovável. A cor branca adotada na fachada simboliza energia limpa, além de ajudar a refletir a luz do sol, reduzindo o calor.


Estádio de Kaohsiung, em Taiwan

Com jeitão futurístico, o estádio de Kaohsiung, em Taiwan, carrega o título de primeiro do mundo 100% movido a energia solar. Seu teto é recoberto por nada mais nada menos do que 8.844 placas solares, que fornecem energia suficiente para as 3,3 mil lâmpadas que iluminam o estádio e mais dois telões gigantes que transmitem os jogos.
O uso dessa fonte de energia renovável e limpa evita a emissão de 660 toneladas de CO2 na atmosfera anualmente. Em formato que remete a ferradura de um cavalo, a arena criada pela firma japonesa de arquitetura Toyo Ito foi construída para os Jogos Mundiais de 2009 e tem capacidade para 55 mil pessoas.


Gemasolar: energia 24h por dia

Apesar das claras vantagens ecológicas, projetos de energia solar têm um calcanhar de Aquiles: eles dependem da existência de luz natural para produzir eletricidade. Mas um sistema de geração em Sevilha, na Espanha, mandou para escanteio essa fraqueza. Trata-se da Gemasolar, a primeira usina de energia solar concentrada (ESC) em escala comercial do mundo, que gera energia durante a noite ou em dias nublados.
A produção de eletricidade sem a presença de luz solar resulta de uma inovadora tecnologia que usa sal fundido para estocar calor e operar 24h. Com capacidade instalada de 19,9 megawatts, a central já fornece energia para 25 mil lares na região de Andaluzia. 


Sanyo Solar Arc

Essa estrutura em forma de asa elegantemente “pousada” no solo abriga desde 2002 o Museu da Energia Solar, mais conhecido como Sanyo Solar Ark. Semelhante a um arco de 315 metros de largura e 37 m de altura. Localizado na Província de Gifu, no centro do Japão, o impressionante edifício possui mais 5 mil painéis solares e produz mais de 500 mil kWh de energia por ano. A fachada da atração, que também abriga centro de pesquisa em tecnologia solar da Sanyo, também é coberta por lâmpadas leds, que se iluminam à noite. 





Pista de Nascar Solar

A maior instalação esportiva para corrida abastecida por energia solar do mundo é uma pista de Nascar, categoria do automobilismo. Trata-se do Pocono Raceway, centro norte-americano do estado da Pensilvânia, que acionou ano passado sua usina para captação da luz solar por painéis fotovoltaicos. Além de fornecer energia suficiente para a instalação desportiva, o novo sistema, com capacidade instalada de 3MW, abastece cerca de mil casas nas proximidades. No período de um ano, cerca de cinco mil toneladas de CO2 devem deixar de ser emitidos.





Sonnenschiff: um vilarejo com excedente de energia

Cinquenta e duas casas, entre residenciais e comerciais, formam o bairro ancorado em Freiburg, na Alemanha, que se tornou referência em boa vida e impacto ambiental mínimo. Situado em uma das regiões mais ensolaradas do país, o vilarejo de Sonnenschiff é capaz de produzir quatro vezes mais energia do que consome.
A autossuficiência é atingida através do seu projeto de energia solar, que utiliza painéis fotovoltaicos posicionados estrategicamente para aproveitar ao máximo a incidência dos raios de sol. Além de aproveitar a luz natural, com amplas aberturas para deixar o sol entrar nos ambientes internos, as casas ecológicas também contam com tecnologia para economizar água.
Os telhados possuem sistemas de captação de água da chuva, que depois é utilizada na irrigação de jardins e nas descargas de vasos sanitários, diminuindo ainda mais o impacto no ambiente.


Ponte Blackfriars

Construída na era do vapor, em 1886, a ponte de Blackfriars, sobre o rio Tâmisa, em Londres, se tonará em breve a maior ponte solar do mundo. A estrutura vitoriana passa por um retrofit, com conclusão prevista para 2012, para se transformar em uma estação de trem movida pela energia gerada por mais de 4 mil painéis fotovoltaicos.
Quando concluída, a estação contará com seis mil metros quadrados de teto solar, capaz de produzir 900 mil kWh anualmente. Metade da energia necessária para a movimentação dos trens será suprida pela geração alternativa, o que vai evitar a emissão de 511 toneladas de CO2 na atmosfera.


http://exame.abril.com.br 

Sustentabilidade: tentativa de definição - (Leonardo Boff)

Há hoje um conflito entre as várias compreensões do que seja sustentabilidade. Clássica é a definição da ONU, do relatório Brundland (1987): “desenvolvimento sustentável é aquele que atende as necessidades das gerações atuais sem comprometer a capacidade das gerações futuras de atenderem a suas necessidades e aspirações”. Esse conceito é correto, mas possui duas limitações: é antropocêntrico (só considera o ser humano) e nada diz sobre a comunidade de vida (outros seres vivos que também precisam da biosfera e de sustentabilidade).Tentarei uma formulação, o mais integradora possível:

Sustentabilidade é toda ação destinada a manter as condições energéticas, informacionais, físico-químicas que sustentam todos os seres, especialmente a Terra viva, a comunidade de vida e a vida humana, visando a sua continuidade e ainda a atender as necessidades da geração presente e das futuras de tal forma que o capital natural seja mantido e enriquecido em sua capacidade de regeneração, reprodução, e coevolução.

Expliquemos, rapidamente, os termos desta visão holística: Sustentar todas as condições necessárias para o surgimento dos seres: estes só existem a partir da conjugação das energias, dos elementos físico-químicos e informacionais que, combinados entre, si dão origem a tudo.

Sustentar todos os seres: aqui se trata de superar radicalmente o antropocentrismo. Todos os seres constituem emergências do processo de evolução e gozam de valor intrínseco, independente do uso humano.

Sustentar especialmente a Terra viva: a Terra é mais que uma “coisa” (res extensa), sem inteligência ou um mero meio de produção. Ela não contém vida. Ela mesma é viva, se autorregula, se regenera e evolui. Se não garantirmos a sustentabilidade da Terra viva, chamada Gaia, tiramos a base para todas as demais formas de sustentabilidade.

Sustentar também a comunidade de vida: não existe, o meio ambiente, como algo secundário e periférico. Nós não existimos: coexistimos e somos todos interdependentes. Todos os seres vivos são portadores do mesmo alfabeto genético básico. Formam a rede de vida, incluindo os microrganismos. Esta rede cria os biomas e a biodiversidade e é necessária para a subsistência de nossa vida neste planeta.

Sustentar a vida humana: somos um elo singular da rede da vida, o ser mais complexo de nosso sistema solar e a ponta avançada do processo evolutivo por nós conhecido, pois somos portadores de consciência, de sensibilidade e de inteligência. Sentimos que somos chamados a cuidar e guardar a Mãe Terra, garantir a continuidade da civilização e vigiar também sobre nossa capacidade destrutiva.

Sustentar a continuidade do processo evolutivo: os seres são conservados e suportados pela Energia de Fundo ou a Fonte Originária de todo o Ser. O universo possui um fim em si mesmo, pelo simples fato de existir, de continuar se expandindo e se autocriando.

Sustentar o atendimento das necessidades humanas: fazemo-lo através do uso racional e cuidadoso dos bens e serviços que o cosmos e a Terra nos oferecem sem o que sucumbiríamos.

Sustentar a nossa geração e aquelas que seguirão à nossa: a Terra é suficiente para cada geração desde que esta estabeleça uma relação de sinergia e de cooperação com ela e distribua os bens e serviços com equidade. O uso desses bens deve se reger pela solidariedade generacional. As futuras gerações tem o direito de herdarem uma Terra e uma natureza preservadas.

A sustentabilidade se mede pela capacidade de conservar o capital natural, permitir que se refaça e ainda, através do gênio humano, possa ser enriquecida para as futuras gerações. Esse conceito ampliado e integrador de sustentabilidade deve servir de critério para avaliar o quanto temos progredido ou não rumo à sustentabilidade e nos deve igualmente servir de inspiração ou de ideia-geradora para realizar a sustentabilidade nos vários campos da atividade humana. Sem isso a sustentabilidade é pura retórica sem consequências.

Fonte: Leonardo Boff, autor do livro Sustentabilidade: o que é e o que não é.  Editora Vozes, 2012.

domingo, 22 de janeiro de 2012

Ideias sustentáveis

Empresa incentiva uso de caixas como alternativa às sacolas

Iniciativa faz parte da campanha “Consumo Consciente” da Celulose Irani; ela ocorre em três etapas: consumo consciente de água, energia elétrica e embalagens retornáveis.

A Celulose Irani, empresa do setor de papel, criou a campanha “Consumo Consciente: Caixas Retornáveis”, que tem como objetivo incentivar o uso de embalagens reutilizáveis nos estabelecimentos comerciais como alternativa às sacolas plásticas.
Desde o início de janeiro a ação vem sendo realizada dentro da empresa. Além de mostrar aos funcionários a importância da preservação dos recursos naturais, a iniciativa visa preparar os colaboradores para a lei que proíbe o uso de sacolas plásticas, já em vigor em diversas regiões do Brasil.
Organizado pelo comitê de sustentabilidade da empresa, a iniciativa faz parte da campanha “Consumo Consciente” que, em 2011, ocorreu em três etapas: consumo consciente de água, energia elétrica e embalagens retornáveis.
“A adoção de práticas sustentáveis sempre foi um dos principais pilares da Irani. Por isso, criamos essa campanha para incentivar o consumo consciente, principalmente quando nos deparamos com a lei de proibição do uso de sacolas plásticas que pode se estender para todo o país”, afirma Mariana Carlesso, coordenadora de sustentabilidade da empresa.
De acordo com Mariana, a campanha envolve todas as fábricas da empresa, impactando mais de 1.700 trabalhadores e todos os colaboradores ganharam a Caixa Retornável Irani.
“A ideia é que os funcionários a utilizem e percebam que é possível levar as suas compras para casa com praticidade, dentro de uma embalagem reutilizável, biodegradável e produzida a partir de matéria-prima renovável. Além disso, pedimos para que eles nos relatem quais foram as suas percepções, sejam positivas ou negativas. Com essas informações, pretendemos aprimorar ainda mais o produto”, explica a coordenadora.
A embalagem da campanha é feita de papelão e é capaz de armazenar um volume equivalente ao de cinco sacolas tradicionais. O produto não utiliza cola, grampos ou fita adesiva para seu fechamento, é facilmente montada e desmontada e pode ser reutilizada inúmeras vezes, reduzindo o impacto ambiental.
O material traduz para o consumidor final a filosofia da empresa em prol da sustentabilidade, pois é produzido com matéria-prima renovável (provenientes de florestas plantadas) e reciclável.


Camiseta transforma ruídos sonoros em eletricidade

Dispositivo utiliza a tecnologia de filmes piezoelétricos, normalmente encontrados em alto-falantes modernos, para captar o som.

A Orange, empresa britânica de tecnologia, anunciou recentemente a criação de uma camiseta capaz de transformar a energia do som em eletricidade. Através da invenção os amantes da música podem ir aos shows e ainda recarregarem seus celulares com energia limpa.
A camiseta foi batizada de “Sound Charge” e contou com a ajuda de especialistas em energia renovável para que pudesse se tornar realidade. O dispositivo utiliza a tecnologia de filmes piezoelétricos para captar o som, eles normalmente são encontrados em alto-falantes modernos.
O filme modificado foi colocado dentro de uma camiseta especial, para funcionar como um microfone, capaz de absorver as ondas sonoras. Depois disso, essa energia passa por uma compressão, com cristais de quartzo, e é transformada em eletricidade.
A criação também vem equipada com uma bateria, que armazena a energia para que ela seja usada posteriormente na recarga de celulares e outros dispositivos móveis. A tecnologia capta ruídos a partir de 80 decibéis, aproximadamente o barulho feito em uma rua movimentada. Mesmo assim, os locais ideais para o seu uso são os shows, onde o som é mais alto e, consequentemente, a quantidade de energia gerada também.
Segundo os criadores, em um festival de música de dois dias, a energia obtida é suficiente para carregar até dois celulares ou um Smartphone. O equipamento ainda não está à venda no mercado, mas será disponibilizado para testes durante o Festival Glastonbury, que reunirá diversas bandas na Inglaterra, no próximo domingo (29).


Empresa cria equipamentos que reduzem consumo energético nas casas

Dos nove anos de existência da Neocontrol, os três últimos foram dedicados a quem se preocupa em ter imóveis ecologicamente corretos.

A empresa mineira Neocontrol, há nove anos, desenvolve equipamentos modernos que colaboram para a economia de energia elétrica nas residências. O serviço mostra que é possível ser sustentável sem deixar o conforto de lado.
O empreendimento começou a fazer sucesso quando o empresário Gabriel Peixoto desenvolveu um sistema baseado na ethernet, um tipo de tecnologia similar à internet. Através desse aparelho ele integrou alguns serviços da casa, como iluminação, home theaters, irrigação de jardins e ar-condicionado. O sistema fazia tudo isso usando redes locais, cabeamento, sensores e dimmers.
Mesmo com este projeto bacana, Peixoto quis inovar mais. Foi então que decidiu trabalhar com o conceito da sustentabilidade. Dos nove anos de existência da empresa, os três últimos foram dedicados a quem se preocupa em ter imóveis ecologicamente corretos.
O empresário afirma que com R$ 300 o cliente já pode instalar um kit na residência, que diminui o consumo de água de 40% a 80%. Outra possibilidade é economizar energia elétrica com cortinas automáticas que aproveitam melhor a incidência da iluminação natural. Elas têm um sistema que as fecha quando o sol estiver muito intenso, evitando um aquecimento interno que faria o morador ligar o ar-condicionado.
A empresa também trabalha com um monitoramento que regula as funções de um conjunto de aparelhos de áudio e vídeo. Desativando, por exemplo, a função stand by que consomem muita energia, desnecessariamente. Há também um equipamento que faz ajustes automáticos da intensidade das luzes artificiais, um benefício até para a vida útil das lâmpadas.
Um software integra diversos sistemas instalados, como ar-condicionado, cortinas, vidros, áudio e vídeo. Como uma espécie de controle remoto, este equipamento gerencia e aciona os recursos disponíveis na casa. De acordo com o perfil do morador, a economia de energia pode variar de 30% a 60%.
A empresa de Belo Horizonte, Minas Gerais, tem quase 200 representantes comercias pelo Brasil, além de um escritório próprio em São Paulo. De acordo com Peixoto, a demanda da empresa cresceu 300% desde 2008 e deve fechar uma receita de R$ 2,8 milhões neste ano.

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As 10 cidades mais limpas do mundo

Da qualidade do ar à conservação de ruas e praças, conheça os 10 centros menos poluídos segundo ranking da Mercer com 50 cidades publicado na CNBC; Brasil fica de fora.


1º - Calgary, Canadá

Centro financeiro e comercial, onde estão localizadas as sedes das principais empresas petrolíferas do Canadá, Calgary ocupa a primeira posição desta lista.
Diante de uma rápida expansão econômica e populacional, a cidade reformulou seu sistema de saneamento nos últimos dois anos com o programa chamado "Too Good to Waste", que visa diminuir a quantidade de resíduos enviados para aterros.
Esforços adicionais estão sendo feitos para reduzir os resíduos de construção civil e demolição, através do aumento da reciclagem de materiais (como madeira, asfalto, gesso, telhas e concreto), bem como incentivo financeiro e programas de educação ambiental.


2º - Honolulu, Havaí

Reduto escolhido pelo presidente dos EUA, Barack Obama, para as férias de natal, a paradisíaca Honolulu é a segunda cidade mais limpa do mundo, segundo ranking da Mercer.
A capital do Havaí e principal porto das ilhas havaianas possui exuberantes áreas verdes, praias de águas cristalinas e a melhor qualidade de ar dos EUA. E mais. Em Honolulu, a água é filtrada através de rochas vulcânicas, sendo conhecida por ser livre do gosto de cloro comum em abastecimentos de outras cidades.





3º - Ottawa, Canadá

Ottawa não é apenas a capital do Canadá, mas um dinâmico centro cosmopolita de cultura e inovação tecnológica, com uma inigualável qualidade de vida.
O sistema de transporte público é totalmente integrado, dispondo de uma eficiente malha de rotas de ônibus e um sistema de metrô de superfície. Muitas vias públicas estão dedicadas exclusivamente ao tráfego de ônibus, bicicletas e pedestres.
A sede do governo canadense conta ainda com uma qualidade da água notável. Em 2009, todas as fontes de água potável da cidade obtiveram classificação máxima.



4º - Helsinque, Finlândia

Capital da Finlândia e maior cidade do país, Helsinque leva em conta as condições e as oportunidades do ambiente natural em seu planejamento e incentiva a conservação da natureza, com ações de educação ambiental. Apesar das pressões por novas construções residenciais e comerciais, a cidade consegue preservar, de maneira comprometida, suas áreas verdes e de lazer.
Em seu site, Helsinque disponibiliza relatórios que apontam um redução das emissões de gases estufa por estações de energia, indústria e sistemas de aquecimento de residências, graças ao uso de tecnologias eficiente e combustíveis mais limpos, o que melhora o ar da cidade.


5º - Wellington, Nova Zelândia

Moderna e bem estruturada, Wellington ergue-se entre encostas de morros com vistas para a exuberante Baía de Port Nicholson, de águas transparentes, apesar do grande volume de navios que ancoram por ali.
O Ministério de Meio Ambiente da Nova Zelândia atribui o bom ar local ao isolamento da cidade, baixa densidade populacional e à proximidade do mar. A poluição veicular também é controlada. Para se ter uma ideia, em 2009, as concentrações de monóxido de carbono foram em sua maioria classificadas como "excelente", devido à melhoria das tecnologias automotivas.



6º - Mineápolis, EUA

A qualidade do ar em Mineápolis está entre as melhores dos Estados Unidos e do mundo quando comparada com a de outras grandes cidades.
O bom desempenho atmosférico foi conseguido graças a um monitoramento constante de poluentes ao longo dos anos.
A cidade também aposta na iluminação pública mais eficiente com a adoção de lâmpadas fluorescentes, que duram mais tempo que as convencionais e garantem uma economia de energia e dinheiro.





7º - Adelaide, Austrália

Adelaide pode ser considerada um exemplo de desenvolvimento econômico e preservação ambiental. Localizada ao sul da Austrália, a cidade é sede de plantas industriais da General Motors Holden e Mitsubishi - praticamente metade dos carros produzidos na Austrália vêm de Adelaide -, além de fábricas de equipamentos hospitalares e componentes eletrônicos.
Parte da receita auferida com as intensas atividades industriais e comerciais é aplicada no desenvolvimento sustentável da cidade.
Segundo o estudo, a região tem se afastado da dependência de aterros sanitários como parte do seu Plano Estratégico 2007, e não mede esforços para reduzir a geração de resíduos e incentivar a reciclagem.


8º - Copenhague, Dinamarca

Copenhague tem sido repetidamente reconhecida como uma das cidades com melhor qualidade de vida do planeta. Não é por menos.
A capital da Dinamarca foi a primeira cidade no mundo a promover o empréstimo público de bicicletas. Cerca de 40% de sua população pedala diariamente entre idas e vindas de casa ao trabalho, da escola para o cinema, e em outros deslocamentos cotidianos.
Mas os sistema alternativo de transporte é apenas uma parte do planejamento urbano sustentável da cidade. Anfitriã de convenções internacionais, Copenhague é elogiada pelos esforços desenvolvidos na última década para manter as águas de seu porto limpas e seguras - tão seguras que é possível até nadar nelas.


9º - Kobe, Japão

Localizada junto a um dos maiores portos comerciais do mundo, a cidade japonesa de Kobe é conhecida pela beleza de seu meio-ambiente e pela variedade de entretenimento na área urbana da cidade, cuja paisagem é realçada pelo Monte Rokko.
Quando o assunto é qualidade de vida, Kobe apresenta desempenho invejável, com elevadas taxas de expectativa de vida e alfabetização quase 100%. Em termos de limpeza, a cidade se orgulha do seu sistema de drenagem de águas residuais, separadas de modo que as fortes chuvas não afetam o tratamento de resíduos.
Outro ponto a favor da atmosfera "clean" são os sistemas viários projetados para manter o tráfego em movimento constante, garantindo menor emissão de poluentes ocasionados por congestionamentos.


10º - Oslo, Noruega

Nada das tradicionais indústrias, avenidas congestionadas, barulho ou ar poluído. O que se vê na capital e maior cidade da Noruega é uma paisagem rodeada de colinas e florestas densas, repleta de lagos, parques naturais e casas coloridas.
Sem grandes fábricas em seu território (de apenas 454 quilômetros quadrados), Oslo garante aos seus moradores uma boa qualidade de ar, apesar dos veículos, e reduzidas emissões de gases efeito estufa.
Afim de seguir uma sólida estratégia de gestão de resíduos sólidos, os restos orgânicos produzidos no centro urbano são desviados para tratamento em uma unidade de biogás, sendo transformado em combustível para os ônibus locais. Além disso, o gás metano proveniente do aterro sanitário é coletado e convertido em eletricidade.


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As 7 novas Maravilhas Naturais do Mundo

Amazônia e Cataratas do Iguaçu estão entre as paisagens mais votadas no concurso do "New7Wonders".

Amazônia

Com 5,5 milhões de km² e dona da maior biodiversidade do planeta, a floresta amazônica é uma das 7 novas maravilhas naturais do mundo, segundo resultado provisório divulgado pelo site "New7Wonders". Nesse ecossistema em perfeita harmonia, onde tudo que se produz é aproveitado de forma eficiente, uma única árvore pode abrigar mais de 1,5 mil tipos de invertebrados, de formigas a aranhas, de lagartixas a besouros. A paisagem exuberante ocupa nove países na América do Sul, mas a maior parte de suas selvas tropicais ficam no Brasil. A floresta guarda ainda um outro tesouro: ela se desenvolve às margens do Rio Amazonas, o maior do mundo em volume de água e também em comprimento.



Baía de Ha-Long

A Baía de Ha-Long é uma extensão de água de aproximadamente 1,5 mil km, situada ao norte do Vietnam, na província de Quang Ninh, com mais de 1960 ilhas. Algumas dessas ilhas são vazias com enormes covas enquanto outras servem de lar flutuante para pescadores. Suas águas rasas são abrigo de 200 espécies de peixes e mais de 450 de moluscos. Outra das características da Baía de Ha-Long è a quantidade de lagos nas ilhas de pedras calcárias, por exemplo, a ilha Dau-Be que possui seis lagos.





Ilhas de Jeju

Numa enseada a 130 km da Coréia do Sul ficam as Ilhas de Jeju, a menor província do país e a maio, com 1,8 mil km² de área. De formação rochosa, a Ilha é o lar do monte Halla, um vulcão inativo que fica a 1,9 mil metros do nível do mar, o pico mais alto da Coréia do sul, em torno do qual existem outros 300 vulcões satélites. A população local é estiamda em 560 mil habitantes.








Komodo

O Parque Nacional de Komodo é constituído por três grandes ilhas, Komodo , Rinca e Padar, e outras numerosas e pequenas ilhas, com uma superfície total de 1.817 km², dos quais apenas 603 km² são terrestres. O Parque Nacional foi fundado no ano 1980, com objetivo de proteger e salvar o dragão de Komodo (varanus komodoensis), a flora, a fauna marinha. As ilhas do Parque Nacional são de origens vulcânicas.







Rio Subterrâneo do Porto Princesa

O Parque Nacional do Rio Subterrâneo fica na cidade de Porto Princesa, na ilha Palawan, nas Filipinas. Esse Parque é a mistura de uma paisagem fantástica de pedras calcárias com um rio subterrâneo navegável por 8,2 km. A travessia passa por uma gruta com grandes formações de estalactites e estalagmites. Na entrada do rio existe uma lagoa com água límpida e em torno das suas margens crescem árvores antigas onde bandos de macacos e morcego-raposa encontram seu habitat ideal.





Cataratas do Iguaçu

As Cataratas do Iguaçu também estão entre as novas 7 Maravilhas Naturais. O conjunto de 275 quedas de água localizadas entre o Parque Nacional do Iguaçu (Paraná/ Brasil) e o Parque Nacional Iguazú (Misiones/ Argentina) ocupa uma área total de 252 mil hectares de floresta subtropical. O Parque Nacional argentino foi criado em 1934, e o Parque Nacional brasileiro em 1939, tendo como propósito administrar e proteger o manancial e meio ambiente ao redor. Ambos passaram a ser considerados Patrimônio da Humanidade em 1984 e 1986, respectivamente. Desde 2002, o Parque Nacional do Iguaçu é um dos mais importantes sítios ecológicos da América do Sul.


Montanha da Mesa

A montanha da Mesa e um dos principais ícones da Cidade do Cabo, na África do Sul, e o único lugar natural do mundo a levar o nome de uma constelação astral "mensa" (latim para mesa). Essa montanha com o cume plano tem resíduos de erosão de seis milhões de anos e possui uma flora riquíssima, com mais de 1,4 mil espécies de flores. A Montanha da Mesa tem também uma rara e impressionante seleção de vida selvagem, com muitas espécies em vias de extinção.






Fonte: exame.abril.com

Tecnologias sustentáveis

Eletrodomésticos com 'selo A' compensam financeiramente

Consumidor pode optar pelo produto que causa menos impacto ao meio ambiente e ainda economizar na conta de luz.

Quando o cliente entra na loja para comprar um aparelho de baixo consumo energético com selo “A” o planeta agradece, e o bolso também. Pelo menos foi o que mostrou a pesquisa do Instituto Nacional de Metrologia (Inmetro).
O cálculo levou em conta famílias de três a cinco pessoas moradoras de um imóvel de dois quartos mais a economia a partir da troca de aparelhos com a nova classificação de eficiência do instituto.
A partir de agora, os eletrodomésticos precisam consumir entre 3% e 5% menos energia para receber a nota máxima de avaliação. Devido a isso, o percentual de produtos disponíveis atualmente no mercado classificados como “A” deve cair, pois a exigência agora é maior.
O Inmetro verificou que os produtos mais sustentáveis não têm diferença de preço entre os demais. Há casos em que os mais eficientes custam até mais barato. .
As pesquisas realizadas pelo Inmetro também mostraram que, na hora da compra, 78% dos consumidores levam em conta a Etiqueta Nacional de Conservação de Energia, que é fixada na frente dos aparelhos.
Uma das propostas “é melhorar e ampliar a informação nesta etiqueta, de forma a dar mais dados para que o consumidor faça a sua escolha”, afirma Borges. Ainda de acordo com o Globo, quase 100% das lavadoras de roupas são classificadas como “A”, agora com o novo regulamento a previsão é de que apenas 30% continuem nesta posição.
Através do site do Inmetro os próprios consumidores podem informar quais informações consideram imprescindíveis na nova etiqueta.

Celulares podem ganhar tela com célula solar

Sistema atualmente tem uma eficiência de 11%, produzindo um total de 5 miliwatts (mW) em um dispositivo com tela de 3,7 polegadas.

Um pesquisador do Centro de Nanotecnologia de Londres desenvolveu uma solução que poderá resolver o problema da curta vida útil das baterias de celular: embutir células solares na tela dos aparelhos.
egundo o pesquisador, Arman Ahnood, somente 36% da luz produzida pelos displays OLED é projetada e o restante é desperdiçado. E esta sobra que “vaza” pelas bordas do visor pode ser aproveitada com células solares, embutidas dentro da própria tela.
O sistema desenvolvido pelo pesquisador atualmente tem uma eficiência de 11%, produzindo um total de 5 miliwatts (mW) em um dispositivo com tela de 3,7 polegadas, mas ainda é inferior ao que um smartphone necessita.
Segundo pesquisas, um smartphone comum utiliza até centenas de miliwatts e até 68.6 miliwatts em um estado suspenso. Mas Ahnood afirma que a eficiência pode aumentar significativamente, ao ponto onde o sistema possa ampliar a vida da bateria em algumas horas.
O próximo passo das pesquisas será utilizar novos designs e materiais para que a eficiência energética chegue até 90%, o que já permitiria estender a vida útil da bateria em uma única recarga.

Mouse sustentável funciona sem baterias e sem pilhas

Equipamento não usa pilhas, nem precisa de baterias para substituição. Ele se alimenta apenas de um capacitador. Criado pela empresa Genius, o mouse sustentável é uma boa alternativa para quem prefere usar os sem fio.

Um modelo ideal para usuários que gostam de mouse sem fio, mas que reclamam da pouca durabilidade das pilhas ou pouca vida útil da bateria recarregável. Trata-se do DX-ECO, um mouse sem fio que funciona sem baterias a até quinze metros do computador.
Criado pela empresa Genius, o mouse sustentável é uma boa alternativa para quem prefere usar os sem fio. O novo equipamento não usa pilhas, nem precisa de baterias para substituição. Ele se alimenta apenas de um capacitador.
Ainda sendo chamado por algumas pessoas de condensador, o capacitor é uma tecnologia antiga. Trata-se de um componente eletrônico, que ficou conhecido no século 16 e armazena em si uma pequena quantidade de energia elétrica, que é bem menor do que a retida em uma bateria ou pilha.
A Genius não deixa claro quanto tempo o mouse funciona sem recarga, no entanto afirma que em impressionantes três minutos o aparelho volta a funcionar e pode ser recarregado ao menos cem mil vezes.
Outro beneficio é o fato de o mouse funcionar em até 15 metros de distância de um computador. Além disso, é ideal para ser usado em computadores com tela grande, pois tem sensibilidade ajustável entre 800dpi e 1600 dpi.
Idêntico a um mouse normal, ele possui formato ergonômico e Scroll Wheel. Ele ainda tem sete botões programáveis. O único problema é estar disponível somente na versão para destros. O preço sugerido nos EUA, segundo o TG Daily, é de 40 dólares.

Fonte: http://exame.abril.com.br
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